VAREJO BAIANO: ABRIL TEM QUEDA DE 7,3% EM RELAÇÃO A 2022, DIZ PESQUISA
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Dados divulgados pelo Índice de Atividade Econômica Stone Varejo, apontam que em abril de 2023, as vendas do transacção varejista da Bahia caíram 7,3% em relação ao mesmo período de 2023.
A pesquisa apresenta dados mensais de movimentação no setor e é feita pela Stone, empresa de tecnologia e serviços financeiros, em parceria com o Instituto Propague.
O resultado registrado na Bahia no mês de abril foi o sexto pior do país e o quarto pior no eixo Setentrião-Nordeste, ficando detrás exclusivamente do Rio Grande do Setentrião (18,2%), Alagoas (14,9%), Rio Grande do Sul (10,5%), Região Federalista (9,4%), Sergipe (8,2%) e Rio de Janeiro (7,7%). A queda de 7,3% ainda foi a maior computada neste ano, visto que nos comparativos dos primeiros quatros meses de 2023 diante de os mesmos meses de 2022, a maior queda havia sido de 5,4%, registrada em março. Em fevereiro houve queda 1,7% e em janeiro houve prolongamento 4,55%.
A nível pátrio, o varejo brasiliano teve retração de 7,7%. Seis segmentos não conseguiram inferir resultados positivos, com a maior queda no setor de livros, jornais, revistas e papelarias (13,5%), tecidos, vestuário e calçados (12,3%), sub-segmento hipermercados e supermercados (11,8%), móveis e eletrodomésticos (7,6%), material de construção (6,4%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,7%).
Entre todos os segmentos, exclusivamente o de artigos farmacêuticos apresentou contínua melhora, com subida de 3,2% no volume de vendas, no comparativo anual e subida de 0,5% no comparativo mensal em abril. De tratado com o estudo, os resultados refletem, principalmente, o impacto negativo dos dois feriados prolongados, com a ocorrência das chamadas “pontes”, nas quais os consumidores esticam os dias de sota com o término de semana. Essas emendas, que aconteceram com maior frequência no primeiro quadrimestre, impactaram o varejo, já que muitos consumidores optam por viajar e se afastam dos grandes centros, dificultando a manutenção do ritmo de vendas.
“Abril foi um mês atípico, com feriados seguidos, o que costuma ter um impacto negativo no varejo, principalmente para os pequenos negócios. Muitos consumidores optam por fazer compras online ou viajar para destinos turísticos, o que pode resultar em uma redução do fluxo de clientes nas lojas físicas”, explica pesquisador econômico e investigador de dados do Instituto Propague, Guilherme Freitas.
Manancial: Pesquisa Stone
Foto: (Foto: Reprodução)



