Deputado Leandro de Jesus serpente posição do governo sobre má gestão e crise do Planserv
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“Vemos um projecto de saúde que sequer garante atendimento de emergência aos seus beneficiários. Nesta semana, vimos notícias de que pacientes do projecto não conseguiram atendimento no Hospital da Bahia, no Santa Izabel e no Hospital Português. Precisavam de atendimento de emergência e não conseguiram”, reclamou o parlamentar, ressaltando que, além de todo oriente caos, o governo contratou uma empresa para trabalhar na gestão do Planserv ao calafrio da lei. “Não faltou alerta do Ministério Público!”
De entendimento com a Ação Social Pública do MP/BA, em tramitação na Justiça, a Maida não poderia participar do pregão por integrar grupo de “pessoas jurídicas que possuam credenciamento junto ao Planserv, ainda que dentro do seu grupo econômico, em razão do princípio da segregação das funções”. Na era em que foi realizada a concorrência pública, o grupo econômico do Hapvida possuía credenciamento junto ao Planserv, mas, ainda assim, participou e saiu vencedor.
“Por que o governo, mesmo com todas as irregularidades apontadas pelo Ministério Público decidiu manter a Maida uma vez que gestora do Planserv? Será que há qualquer interesse por trás além da gestão? Está já evidenciado que essa empresa não tem qualificação para gerir um projecto que atende mais de 500 milénio vidas”, disse o parlamentar.
Na operação da Maida, há privação de coleta de biometria do dedo, o que representa risco de dano ao tesouro, e privação de gestão de teto orçamentário, com evidente risco de fraudes na assistência. Há também reclamações de usuários sobre a redução da qualidade da assistência prestada aos beneficiários. “Há fortes indícios de má gestão que podem também indicar meandro de finalidade. O governo precisa esclarecer isso”, cobrou Leandro de Jesus.



