
Suíca reúne comunidade negra para celebrar os 25 anos da Caminhada Azoany
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“A caminhada em agradecimento ao Nkisi/Orixá e a São Lázaro e São Roque pelas conquistas, pela proteção a saúde e pelo amor já é uma tradição. Estamos abrindo um espaço importante para ampliar os debates sobre as raízes e tradições do povo negro. Essa associação dirigida por Albino envolve setores social, cultural, educacional e comunitário no combate ao racismo e à intolerância religiosa. Sempre participei por acreditar na importância de desenvolver ações culturais para a população negra e atividades empreendedoras. Foi dessa forma que aprendemos a respeitar nossos ancestrais e preservar nossa cultura e tradição”, salienta Suíca que fez todo o trajeto da caminhada na edição de 2023.
De acordo com Apolinário, a caminhada também é uma articulação para dar atenção e participação maior aos profissionais que integram relações e produções culturais. Ele agradece o espaço na Câmara de Salvador e frisa que a Casa também é lugar do povo de matriz africana. “Desde 1998 que pautamos a Política Estadual de Fomento ao Empreendedorismo de Negros e Mulheres [PENM]. A Azoany completa 25 anos e é parte da Rota Ancestral de Salvador com objetivo de somar esforços nas lutas contra a intolerância religiosa, preservação do patrimônio imaterial, integração das mulheres e homens de axé e contribuir para o fortalecimento das heranças africanas”, completa o presidente da ACAC ao premiar 25 pessoas com a estátua de Obaluaê.



