Rádio Metrópole FM expõe denúncia contra ex-deputado
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“Como é que eu ia formular a queixa contra o homem mais poderoso da Assembleia, que tava com todo gás aqui? E ele não fazia isso só comigo não, fazia isso com outras mulheres também. Da maneira como ele chega nas mulheres, isso é coisa de estuprador. Porque a gente não quer e ele continua insistindo. Depois do não é estupro”, afirmou a ex-assessora ao jornalista Ramon Margiolle, do Informe Baiano.
“Fiquei com medo dele. Eu tenho medo dele até hoje. Eu não sei qual é a reação que ele vai ter quando descobrir quem foi que denunciou ele. Se ele faz isso comigo na luz do dia, com todo mundo olhando, imagina o que ele não é capaz de fazer com ódio de mim? Vou brigar com um homem desse sozinha?”, disse a mulher.
O caso veio à tona, dois dias antes, após Nilo participar de um podcast da própria rádio. Na ocasião, ele foi questionado sobre o motivo de ter sido descartado pelo grupo liderado por ACM Neto para participar da chapa majoritária como vice-governador.
Nilo negou as acusações e falou sobre um “dossiê” com supostos casos de assédio sexual contra ele. Afirmou também que o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), que ele considera seu inimigo, contratou cinco detetives e até jornalistas para criar o escândalo sexual. Nilo ainda aponta que Félix teria pago R$200 mil, informação que negada.



