
Na COP28, governador Jerônimo defende geração de Fundo para financiar preservação da Caatinga
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Em seu último dia na COP28, nos Emirados Árabes, o governador Jerônimo Rodrigues participou, neste domingo (3), de um quadro que reuniu governadores do Nordeste na resguardo do bioma da Caatinga. Ao lado da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e do governador do Ceará, Elmano de Freitas, Jerônimo ressaltou que a valor ambiental e social da Caatinga precisa ser reconhecida e preservada.
“A Caatinga precisa ocupar o seu espaço na construção das políticas públicas de preservação no Brasil. Colocamos à mesa do governo federalista uma proposta para a geração do Fundo da Caatinga, um instrumento que vai, entre outras coisas, permitir o financiamento de ações para prevenir desmatamento, promover revegetação, instrução ambiental e sustentabilidade, por exemplo”, explicou o governador da Bahia.
A teoria dos governadores do Nordeste é produzir um fundo similar ao Fundo da Amazônia. A proposta foi entregue ao Banco Pátrio de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e está em estudo. A governadora de Pernambuco destacou a valor da Caatinga para o cumprimento das metas brasileiras de preservação. “Sem dúvidas, o Brasil é segmento da solução do problema climatológico no mundo, e queremos que o Brasil veja a Caatinga uma vez que segmento da solução no Brasil”, afirmou Raquel.
A Caatinga é o único bioma que é totalmente brasiliano, está presente em todos os estados do Nordeste e no setentrião de Minas Gerais. Nele moram 27 milhões de pessoas e sua dimensão ocupa muro de 10% do território do país. Na Bahia, a Caatinga ocupa 85% do território. O estado promove ações de preservação do bioma e, em agosto de 2016, instituiu a Política Estadual de Convívio com o Semiárido, instrumento intersetorial que dá sustentação jurídica a programas governamentais e ações da sociedade social.
“Reconhecemos a valor de todos os biomas, não queremos competir ou inviabilzar outras ações, mas o Fundo da Caatinga precisa ser pensado uma vez que mais uma ação do Brasil em seu compromisso com a questão ambiental, inclusive por conta da sua valor no processo de transição energética”, resaltou Jerônimo.
Atualmente, 90% da virilidade eólica e a grande maioria dos parques de virilidade solar instalados do país estão na Caatinga. Uma vez que contrapartida a essa imposto, os governadores pedem que o governo federalista aprove a geração do fundo que vai prometer as condições naturais do bioma, que passa por graves ameaças, com pontos de desertificação que preocupam especialistas.
“Se engana quem pensa que a caatinga é um lugar sequioso e sem vida. Apesar da secura, a vegetação tem uma vez que particularidade raízes profundas que seguram o carbono, contribuindo para a redução do aquecimento global. Precisamos de mecanismos que permitam preservá-la”, explicou o governador Jerônimo Rodrigues.
Texto: Daniel Senna
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