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NOTA DE REPÚDIO, agressão aos povos indígenas…

Na semana em que evidenciamos a luta dos primeiros habitantes do Brasil por educação, saúde e território, fomos surpreendidos pela notícia de mais uma agressão aos povos indígenas, desta vez no munícipio de Pau Brasil. Uma indígena da etnia pataxó hãhãhãe, de 31 anos, identificada como Priscila Muniz, sofreu um corte na testa e outros ferimentos no corpo praticados por policiais militares durante a realização de uma festa. Isto após tentar impedir a agressão ao companheiro, atingido com golpes de cassetete pelos policiais.

Agressões físicas e morais a indígenas, negros, mulheres e grupos minoritários em espaços públicos ou nas redes sociais têm se tornado uma constante desde quando Jair Messias Bolsonaro foi eleito em 2018. A proximidade de uma nova eleição, em outubro, e as ameaças a todo tempo feitas à democracia brasileira nos deixam alertas para o agravamento desse estado de violência.

Em nome da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia, oficiamos a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) para que investigue o caso com o máximo de rapidez. Não podemos tolerar ações como esta, assim como também não aceitamos o racismo, a misoginia e o fascismo, faces perversas do ódio e do preconceito.

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