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Taesa (TAEE11) pagará R$ 313 milhões em dividendos e JCP

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A Taesa (TAEE11) pagará R$ 313,4 milhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas, segundo expedido pela companhia nesta quarta-feira (2).

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De harmonia com a Taesa, o valor dos proventos por ação ordinária e preferencial será de R$ 0,30, enquanto o valor por unit será de R$ 0,90. O pagamento será realizado no dia 29 de agosto.

Exclusivamente os investidores com ações da Taesa no dia 7 de agosto terão recta a receber os rendimentos. A partir do dia 8 de agosto, as ações serão negociadas sem recta aos dividendos e juros sobre capital próprio.

Segundo a companhia, do valor a ser pago a título de JCP, será inferido o imposto de renda na nascente, conforme legislação em vigor, exceto para os acionistas que sejam imunes ou isentos.

No expedido, a Taesa informou ainda que a diretoria da companhia definiu para o próximo dia 29 de agosto o pagamento dos dividendos mínimos obrigatórios remanescentes, aprovados na reunião universal ordinária de 27 de abril de 2023, no valor de R$ 26 milhões.

Dividendos e JCP da Taesa

  • Valor totalidade: R$ 313.440.298,45
  • Valor por ação ordinária e preferencial: R$ 0,30328136711
  • Valor por unit: R$ 0,90984410133
  • Data de namoro: 7 de agosto de 2023
  • Data do pagamento: 29 de agosto de 2023

Taesa: lucro tem queda de 60,9% no 2T23, para R$ 220,4 milhões

A transmissora de vigor Taesa reportou lucro líquido de R$ 220,4 milhões no trimestre, redução de 60,9%, pelo critério contábil IFRS. Considerado os seis primeiros meses de 2023, o lucro da empresa atingiu R$ 1,371 bilhão, redução de 16,5% em base anual de conferência.

Já o lucro líquido regulatório da Taesa – que segue os padrões da Filial Pátrio de Vigor Elétrica (Aneel) – foi de de R$ 246,4 milhões no segundo trimestre deste ano, subida de 73,9% em relação ao mesmo período de 2022. Já no reunido até junho, o lucro regulatório da empresa foi de R$ 461,8 milhões, elevação de 60,4%.

O resultado regulatório é explicado principalmente pelo início da operação do projeto Saíra 1ª período, e dos empreendimentos Sant’Ana, Aimorés, Paraguaçu e Ivaí, entre 2022 e 2023. Já na base IFRS, houve a influência de menores índices macroeconômicos, principalmente do Índice Universal de Preços-Mercado (IGP-M) e do Índice de Preços ao Consumidor Espaçoso (IPCA), com revérbero direto na receita de correção monetária do ativo contratual de todas as concessões da companhia.

De abril a junho, a receita líquida da Taesa, pelo IFRS, considerando participações minoritárias da empresa, totalizou R$ 839,2 milhões, baixa de 42,7%, enquanto no reunido do ano ela alcançou R$ 1,981 bilhão, queda de 27,3%. Desconsiderando as participações, a receita da empresa somou R$ 678,6 milhões no trimestre, redução de 19,9%, enquanto no semestre ela foi de R$ 1,643 bilhão, subtracção de 16,5%.

Já o Lucro Antes de Juros, Impostos, Menoscabo e Amortização (o Ebitda da Taesa, na {sigla} em inglês) regulatório e desconsiderando participações aumentou 15,1%, no segundo trimestre, em base anual de conferência, para R$ 534,9 milhões. No reunido do ano até junho, o Ebitda alcançou R$ 1,056 bilhão, prolongamento de 15%.

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margem Ebitda da Taesa foi de 84,5% no segundo trimestre, aumento de 1,5 ponto porcentual (p.p.). Nos seis meses do ano, foi de 85,8%, prolongamento de 1,2 p.p. em relação ao mesmo pausa de 2022.

Considerando participações minoritárias, o Ebitda regulatório da Taesa foi de R$ 741,3 milhões no trimestre, subida de 22,4%, e de R$ 1,475 bilhão no reunido do ano, subida de 24,1%.

dívida líquida da Taesa encerrou o ano pretérito em R$ 8,207 bilhões, prolongamento de 23,2% em conferência com o mesmo pausa de 2022. Já a dívida líquida, considerando o consolidado e participações minoritárias do grupo, totalizou R$ 10,236 bilhões, subida de 17,7% em base anual de conferência. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, ficou em 3,7 vezes.

Do ponto de vista operacional, as linhas de transmissão da Taesa atingiram 99,77% de disponibilidade no primeiro semestre de 2023. A parcela variável contábil ficou negativa em R$ 17,5 milhões no período.

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