
cenário ainda instável para aéreas de América Latina
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A IATA, Associação Internacional de Transporte Desatento (Iata, na {sigla} em inglês), realiza em Istambul sua 79ª Assembléia Universal Anual.
Com informações do Valor Econômico
De negócio com material publicada pelo jornalista Cristian Favaro, do Valor Econômico, neste domingo (4), retomada do setor leviano não tem sido suficiente para tirar as aéreas da América Latina da zona de transe.
Segundo texto do jornalista, direto da Turquia, isso deve pela elevada tributação sobre o setor, disparada dos combustíveis e do dólar e dívidas acumuladas na pandemia ainda são fatores que podem vir a tirar empresas do mercado. A sinalização foi dada por Peter Cerdá, vice-presidente regional para as Américas da Iata.
“Um dos pontos que continuamos a requerer junto aos governos é competitividade para as aéreas da região”, disse. Ele explicou que os destinos no mundo competem uns com os outros e que os impostos elevados por cá afugentam os passageiros. “No México as taxas e impostos representam facilmente 50% da passagem aérea”. Cerdá conversou com jornalistas neste domingo, primeiro dia da 79ª Câmara Universal Anual da Iata, realizada neste ano em Istanbul, na Turquia.
Ainda, segundo a reportagem , a recuperação do mercado da América Latina tem sido bastante díspare. Em fevereiro, o Brasil apresentou uma demanda doméstica por voos 2,4% menor do que o pré-pandemia. No Chile, a retomada é ainda menor, uma queda de 11,9%. Na contramão, a demanda interna no México já está 20,9% maior, enquanto Colômbia subiu 27,8%.
Combustível sustentável
“Cerdá voltou a proteger a valor do combustível sustentável de aviação (chamado de SAF) para o porvir da indústria. A meta do setor é chegar em 2050 zerando suas emissões líquidas de CO2. “Um totalidade de 65% da meta de golpe de emissão virá do combustível de aviação. A região (América Latina) tem potencial de se tornar uma das maiores produtoras do mundo”, disse.
Mas ele reconheceu que pouco tem sido feito por cá. O Brasil, que é referência em biocombustível, até hoje não avançou na produção. O Paraguai, segundo Cerdá, tem projeto para debutar a produzir em 2024. (Valor Econômico)



