Economia

MPF INVESTIGA EXPULSÃO DE PASSAGEIRA EM SALVADOR

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O MPF também oficiou os entes envolvidos no caso, que ganhou repercussão nas redes sociais

Uma semana posteriormente intercorrer o caso de expulsão da passageira negra de uma aeroplano da Gol, no Aeroporto Internacional de Salvador, o Ministério Público Federalista (MPF) abriu procedimento para investigar a provável ocorrência de racismo e violação dos direitos das mulheres, “para que se possa adotar as providências compensatórias, reparatórias e de responsabilização, no contextura cível, para a proteção dos direitos coletivos eventualmente violados”.

O MPF também oficiou os entes envolvidos no caso, que ganhou repercussão nas redes sociais, para que prestem as seguintes informações e esclarecimentos:

  • Gol: que apresente detalhes sobre o incidente, traslado da regulamentação que orienta seus funcionários em situações dessa natureza, qualificação de toda a equipe de bordo que estava presente e, ainda, explicação referente a treinamento e qualificação de seus funcionários sobre o tratamento a ser dispensado aos passageiros, sobretudo, para evitar qualquer espécie de discriminação;
  • Filial Pátrio de Aviação Social (Anac): que se manifeste sobre o incidente, em privativo quanto à regulamentação existente acerca dos poderes da equipe de bordo, limites e instrumentos para fiscalização das decisões tomadas e prevenção de eventuais atitudes abusivas e discriminatórias em relação a fatos ocorridos em aeronaves;
  • Superintendência Regional da Polícia Federalista (PF) na Bahia: que apresente informações detalhadas sobre a atuação dos policiais federais no incidente, inclusive, qualificação dos agentes, e regulamentação existente quanto a procedimentos e verificações a serem realizadas quando acionados pela equipe de bordo de aeronaves.

A investigação do MPF, que corre em sigilo de justiça, vai averiguar a provável prática de racismo e violação dos direitos e definir os próximos passos da atuação. O suposto delito de racismo também está em apuração pela superfície criminal do órgão federalista.

 

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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