Política

Republicanos comanda orçamento de R$ 5,4 bilhões e PP de R$ 600 milhões

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Com a recente reforma ministerial no governo do presidente Lula, os partidos Republicanos e PP assumiram posições na Esplanada dos Ministérios, conforme os dados presentes no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2024, enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional. Esses ministérios agora têm uma alocação total de R$ 6 bilhões no orçamento para o próximo ano.

O deputado Silvio Costa Filho, representando o Republicanos de Pernambuco, assumirá a responsabilidade pela Pasta de Portos e Aeroportos, que contará com um orçamento de R$ 5,4 bilhões. Enquanto isso, André Fufuca, membro do PP do Maranhão, estará à frente do Ministério do Esporte, que terá um orçamento de R$ 607 milhões.

O acordo entre o governo e o bloco conhecido como “Centrão” ainda não foi completamente consolidado. Espera-se que, como parte desse entendimento, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) seja incluída, recebendo um orçamento de R$ 2,8 bilhões em 2024, bem como a possível inclusão da Caixa Econômica Federal.

A Caixa Econômica Federal, um banco público, desempenha um papel essencial na execução de programas federais, como o Minha Casa, Minha Vida, o Auxílio Gás e outros benefícios regionais. No último trimestre, a carteira de crédito da instituição superou a marca de R$ 1 trilhão, enquanto o patrimônio líquido atingiu R$ 121 bilhões.

Deve-se notar que a operação da Caixa Econômica Federal difere substancialmente da de um ministério, e, portanto, os termos do acordo ainda estão em discussão. Segundo informações da CNN, o governo do presidente Lula concorda em ceder a presidência do banco, mas ainda existem divergências em relação às vice-presidências, com o Partido dos Trabalhadores (PT) insistindo, por exemplo, em manter a vice-presidência relacionada à Habitação.

O bloco conhecido como “Centrão” já ocupava pastas na Esplanada dos Ministérios desde o início do governo Lula, com três partidos específicos: PSD, União Brasil e MDB. O MDB, em particular, detém a maior parcela do orçamento, com aproximadamente R$ 81,7 bilhões em recursos destinados às pastas sob sua liderança. Jader Filho é responsável pelo Ministério das Cidades (R$ 57,4 bilhões), Renan Filho pelos Transportes (R$ 20,9 bilhões) e Simone Tebet pelo Planejamento (R$ 3,3 bilhões).

O PSD segue em segundo lugar, com pastas acumulando um orçamento total de R$ 19,6 bilhões. Carlos Fávaro lidera o Ministério da Agricultura (R$ 10,5 bilhões), Alexandre Silveira o Ministério de Minas e Energia (R$ 8,8 bilhões) e André de Paulo o Ministério da Pesca (R$ 300 milhões).

Por fim, o partido União Brasil também comanda três pastas, somando R$ 7,7 bilhões em orçamento. Waldez Góes está à frente do Ministério do Desenvolvimento Regional (R$ 5,4 bilhões), Juscelino Filho comanda o Ministério das Comunicações (R$ 1,9 bilhão) e Celso Sabino lidera o Ministério do Turismo (R$ 270 milhões).

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