Política

Prefeita Cordélia Torres denuncia “violência política” em Eunápolis

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A prefeita de Eunápolis, Cordélia Torres (União Brasil), denunciou a “escalada de violência política” em Eunápolis. No último dia 10, a gestora esteve na Secretaria de Segurança Pública, no Meio Administrativo da Bahia (CAB), para relatar a violência no município.

No último dia 4, a servidora pública municipal Soraia Veríssimo Oliveira foi à Câmara de Eunápolis, onde denuncia ter sido agredida fisicamente por um cidadão, que seria policial militar, e teria proferido palavras ofensivas à funcionária servidora e à prefeita. Soraia Oliveira registrou um Boletim de Ocorrência (nº 00311092/2023).

A prefeita Cordélia Torres afirmou que a violência na cidade decorre também do roupa de sua gestão ter tomado medidas de moralidade administrativa que contrariam interesses econômicos e políticos em Eunápolis.

E o último dia 3, na Câmara Municipal de Eunápolis, ocorreu outro ato de violência, de pacto com alguns vereadores. Segundo os parlamentares, o ato foi presenciado pelo assessor Jurídico da Moradia, Fabrício
Bezerrão. De pacto com o relato, o vereador Adriano Cardoso (Solidariedade) teria sacado uma arma de queimada em ato de ameaço ao presidente da Moradia, José Maécio Pires (PP). Além de quebrar uma cafeteira e uma mesa de vidro.

Os vereadores Arthur Dapé (UB), Carmen Lúcia Gerino Maciel (PSD) e José Carlos dos Taxistas (UB) denunciaram Adriano Cardoso. Eles registraram um Boletim de Ocorrência (nº 00278559/2023) denunciando “ameaço” (cláusula 147 do CPB) e “provocação de tumulto”, conforme o cláusula 40 do Decreto- Lei 3.688/1941-LCP).

E no último dia 4, de pacto com um mandado expedido pelo juiz substituto da Vara do Trabalho de Eunápolis, Jeferson de Castro Almeida, foi determinada a imediata suspensão das atividades profissionais dentro da Câmara Municipal da cidade. Segundo o magistrado, a medida teve uma vez que finalidade confirmar a vida das pessoas que circulavam na Moradia, incluindo os servidores e vereadores.

Algumas medidas tiveram que ser tomadas pelo presidente da Moradia, vereador Jorge Maécio, para que fosse revogada a suspensão das atividades do Legislativo de Eunápolis. Tais uma vez que a início de licitação para a contratação de empresa de segurança patrimonial e compra de detectores de metais.

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