
Penalva detona situação do Planserv e questiona contratação milionária do Albert Einstein
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“Tenho recebido relatos de servidores públicos, sobretudo de professores da rede estadual, categoria da qual o governador é um representante, que dizem não conseguir atendimento para casos básicos, porquê clínica universal. Não é justo com o servidor, que paga pelo serviço. Alguém precisa assumir essa responsabilidade”, defendeu Penalva.
Na última semana, relatos apontam que o Hospital da Bahia, que até portanto realizava atendimentos conveniados, deixou de receber pacientes do Planserv, alegando subida demanda no atendimento. Em Salvador, o Hospital Santa Izabel e o Hospital Português também deixaram de atender pelo projecto de saúde. No interno, postos autorizados também pararam de prestar atendimento médico pelo Planserv.
Por outro lado, uma publicação no Quotidiano Solene do Estado (DOE) do último dia 12 de julho, assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues, qualificou porquê Organização Social a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein, para prestar serviços de gestão em saúde ao Governo da Bahia. Conforme equipe de economia em saúde, responsável por estimar limites de investimento, os valores em negociação para a contratação do hospital ultrapassam o estabelecido.
“Os limites formados são de R$ 14 milhões, enquanto as negociações para a contratação do Hospital Albert Einstein chegam aos R$ 25 mi. Os valores extrapolam em R$ 11 mi os limites estabelecidos porquê aceitáveis pela equipe. Os técnicos estão estarrecidos com a proposta. Enquanto isso, os servidores públicos do estado que necessitam de atendimento sofrem. O exposição de cuidar de gente é só de varanda?”, questionou do deputado.



