Esportes

25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

[ad_1]


25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha – Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro






Prezado usuário,
Para o correto funcionamento deste portal em relação à acessibilidade web destinada aos usuários com deficiência visual,
sugere-se a utilização do software NVDA, versão 18.1 mínima.
O software JAWS, versão 18.0 mínima, não é totalmente comportável devido a uma incompatibilidade apresentada com o padrão WAI-ARIA 1.1.

Pular para o Teor

25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Notícia publicada por DECOI em 25/07/2023 15:20

Para unir mulheres negras de todo o mundo na luta contra o racismo e o machismo, há 31 anos é comemorado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A teoria surgiu em 25 de julho de 1992, no 1º encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas, em Santo Domingo, República Dominicana. No Brasil, a data foi oficializada em 2014, com a promulgação da Lei 12.987/2014.

Em 25 de julho também é festejado o Dia Vernáculo de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza de Benguela foi uma líder quilombola de destaque que resistiu à escravidão durante duas décadas no século XVIII, lutando pela comunidade negra e indígena que vivia sob sua liderança.

TJRJ

Contribuir para a promoção da paridade racial e de gênero é um dos compromissos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Para debater, indagar, fabricar e executar ações e políticas para mulheres negras no contextura do Tribunal, foi criado o “Grupo de Trabalho para o desenvolvimento de ações e políticas voltadas para mulheres negras”,  instituído pelo Ato Executivo nº 136/2022 uma vez que órgão colegiado administrativo de assessoria e auxílio à Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM).

Propor pesquisas sobre questões raciais no contextura do Poder Judiciário; apresentar propostas de políticas públicas judiciárias na promoção da paridade de aproximação, de permanência e de subida das mulheres negras no sistema de Justiça; propor a formação e capacitação de servidores(as) públicos(as) e magistrados(as) em gênero, raça, etnia e direitos humanos; e promover campanha institucional de denúncia e combate à discriminação e aos estereótipos das imagens veiculadas sobre as mulheres negras são algumas das atribuições do Grupo de Trabalho.

 

Departamento de Informação Interna

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo