GT Autismo da Alba debate políticas públicas com secretária estadual da Saúde
[ad_1]
A secretária Roberta Santana elogiou a iniciativa e declarou apoio à causa autista. “Essa é uma pauta urgente e mais que fundamental, por isso, estamos aqui juntando nossas forças em diversos setores do governo e sociedade para levarmos mais dignidade, qualidade de vida e garantia dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista”. Ela analisou que a questão é muito sensível e importante para todos, e frisou que quer conversar com as mães e pais dos autistas, para conhecer de perto seus anseios e dificuldades. “Estamos trabalhando para colocar em ação todas as estratégias que estamos traçando em prol da saúde do povo baiano”, afirmou Roberta.
Satisfeito com a receptividade e sensibilidade da secretária, o deputado Hassan destacou que a titular da pasta da Saúde se comprometeu em buscar uma solução com base nos dados apresentados pelo GT e nas informações que irá obter a partir da conversa que terá com as mães atípicas. O parlamentar contou que ele e a colega deputada Fabíola Mansur contextualizaram e justificaram a necessidade da pauta. “Conseguimos expor o tamanho do problema, de forma técnica, mostrando as dificuldades e o sofrimento para o atendimento na rede atual, na capital e interior. O parlamentar informou ainda que “apresentamos as propostas de qualificação das políticas públicas e adequação dos serviços, bem como a proposta de criação do Centro de Excelência em Neurodesenvolvimento.
Para Hassan, que é membro titular da Comissão de Saúde e Saneamento da Alba, e através de indicação ao governador Jerônimo Rodrigues e à própria secretária solicitou a criação do Centro de Excelência em Neurodesenvolvimento do Estado da Bahia, “esse foi mais um importante passo que demos em nossa luta para assegurar atenção e atendimento especializado a milhares de famílias baianas que vivem a realidade do autismo e outros transtornos”, disse Hassan.
Enfatizando que “o GT foi criado para ampliar as discussões sobre a temática e a inclusão dessas pessoas e suas famílias”, a deputada Fabíola Mansur relatou as conclusões da audiência pública, e afirmou que “nos colocamos à disposição da secretaria para ampliarmos o debate e, unidos, construirmos um caminho melhor e mais preparado para atendermos a população que convive com os transtornos de neurodesenvolvimento”.
O GT é composto por mães atípicas, representantes de entidades de apoio às pessoas com autismo e transtornos do neurodesenvolvimento, professores, militantes da causa e especialistas no assunto.



