
GRANDE HOTEL EM ITACIMIRIM FALIU E DEIXOU DÍVIDAS MILIONÁRIAS NA REGIÃO
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A trama se arrasta desde o fechamento do Fronteira, em 2008, e a lista de credores ainda inclui ex-fornecedores e a Prefeitura de Camaçari, cidade na Região Metropolitana de Salvador à qual Itacimirim pertence e que serpente R$ 5 milhões. No núcleo dessa bulha está a indefinição quanto à posse do terreno onde foi construído o hotel. Em 2010, os herdeiros de Alfonso perderam, por decisão judicial, a propriedade de 170 milénio m2 (15 campos de futebol), que serviria para quitar dívidas do hotel com a empresa que instalou o sistema de ar-condicionado.
Desde aquele ano, a decisão é questionada por herdeiros do empresário italiano – ou seja, a bulha segue. O terreno do hotel está medido em R$ 27 milhões, mas não há placas que indiquem que ele está à venda. O italiano Alfonso Maldari morreu em 2010, antes de ver a devastação do Fronteira. O empresário provoca sentimentos contraditórios em que conviveu com ele. O estrangeiro, criminado de agressão física e verbal a funcionários, é o mesmo que já expulsou hóspedes que destrataram garçons da piscina. “O hotel era a vida dele”, diz um ex-funcionário. Quanto a isso, todos concordam. Eles também têm opiniões semelhantes sobre os motivos para o hotel ter tido aquele termo.
Da portaria do hotel, é provável ver estruturas amarelas arruinadas. Um segurança impede a reportagem de entrar no resort, onde os hóspedes eram recepcionados por uma placa com “boas-vindas” em cinco idiomas – entre eles o italiano “benvenuti”. O varão não informa para quem trabalha. À intervalo, quatro ex-funcionários do Fronteira mostram onde funcionava cada coisa no hotel onde aprenderam a trabalhar com turismo e do qual saíram sem respostas. Esta é a história de um italiano que chegou ao Litoral Setentrião disposto a produzir um predomínio turístico – e deixou para trás um predomínio de dívidas. (Correio)
Crédito: Reprodução/Facebook Fronteira Resort



