
Evento LGBT ridiculariza com “Jesus no pole dance” e deputado baiano aponta vilipêndio religioso
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“É lamentoso ver cenas uma vez que essa. Pessoas, que usam da liberdade para avacalhar e deturpar culturas e tradições de outros, desrespeitando a fé da grande maioria. Não é provável concordar que a figura de Jesus seja usada para tamanha meretrício, disfarçada de recta à minoria”, declara.
O parlamentar afirma que é preciso estar em alerta no Brasil, pois caso aconteça ações uma vez que essa cá, é necessário buscar a judicialização e os autores responsabilizados pelo delito de vilipêndio religioso, pois claramente é visto um menosprezo e distrato à fé cristã e seu dogma.
“Se a comunidade LGBT pede saudação, antes de tudo, é necessário que haja saudação com as outras comunidades. O cristianismo é a maior religião do Brasil, e não admitiremos blasfêmia à imagem de Cristo”, destaca Samuel Júnior.
Inclusive, manifestos uma vez que nascente já aconteceram no país. A mais famosa ocorreu em 2015, na Paragem LGBT de São Paulo, quando uma transexual desfilou crucificada em cima de um trio elétrico.



