
Está proibido ter novas ideias antes de cumprir o prometido, diz Lula
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A exceção, segundo Lula, será a construção de escolas. “Porque cada vez que uma pessoa pede uma escola, eu vou proferir que nós vamos fazer”, disse, ao pedir para o ministro da Instrução, Camilo Santana, que deixe uma suplente no orçamento para essas obras.
Ou por outra, o presidente também já se propôs edificar uma faculdade de matemática no Rio de Janeiro, para hospedar alunos premiados em olimpíadas de matemática.
“Para que a gente possa, a cada olimpíada, colocar 100 alunos premiados nessa escola de matemática para ele virar um técnico. Nesse país nós estamos precisando disso. Nós vamos iniciar com 100, depois podem ser 200, 300, 400. Eu acho que é um sonho que a gente vai realizar dessa meninada que se esforça muito para participar das olimpíadas da matemática e a grande maioria são meninos pobres de escola pública”, disse.
Lula destacou que o novo Programa de Aceleração do Propagação (PAC) será lançado em 2 de julho. O presidente explicou que o nome do programa será o mesmo, pois já está consolidado na sociedade e com quem atua na extensão da construção social. Ele citou ainda que também estão pendentes os lançamentos dos programas Luz Para Todos e Chuva Para Todos.
“Essa reunião tem uma vez que pressuposto o segundo passo do nosso governo, até agora nós estivemos tratando da organização dos ministérios, nós estávamos tratando da pugna de orçamento, estávamos tentando restaurar segmento de todas as políticas públicas que tinham sido desmontadas. Nesse governo, inclusive, estamos remontando algumas políticas desmontadas, essa segmento já está cumprida”, afirmou.
Políticas de governo
Está é a terceira reunião ministerial do governo e, segundo Lula, a próxima ocorrerá somente no termo do ano. Cada um dos ministros fará um balanço das ações nos primeiros seis meses de governo e as perspectivas para os próximos anos.
A previsão é de que a reunião só termine no termo da tarde. Os líderes do governo no Congresso, Câmara e Senado também terão um momento de fala. Ainda participam do encontro os presidentes dos bancos públicos.
Novamente, Lula pediu unidade aos ministros na fala e anúncios de políticas públicas. Segundo ele, a Mansão Social é o lugar que recebe e viabiliza as propostas que podem ser lançadas pelo governo.
“Não haverá política de ministro, isso é um governo e as políticas todas serão de governo. Por isso o ministro não pode apresentar uma proposta, iniciar a fazê-la sem discutir com a Mansão Social, sem transformar isso numa política de governo. É logo que tem que ser. E é logo que funciona um governo sério”, disse.
O presidente também afirmou que é preciso prestar contas à sociedade brasileira e cobrou mais fala para a informação das ações do governo. “Zero será escondido, nenhuma dificuldade será escondida, nenhum problema será escondido e tudo aquilo que a gente fizer a gente quer tornar público”, disse, citando o ministro da Secretaria de Notícia Social da Presidência, Paulo Pimenta.
“É importante que a gente saiba que pode fazer divulgação das coisas com muito mais profissionalismo, se a gente tiver o mínimo de ensino de fazer as coisas coletivamente. É para isto que colocamos o deputado Paulo Pimenta, aquela figura simpática, prazenteiro, sorridente, gaúcha dos pampas de Santa Maria [RS] para improbar a nossa informação”, acrescentou Lula.



