Política

Esposa de amigo de Bolsonaro recebe pensão de R$22 mil e ex-major é dado como “morto” no Exército

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Legisperito e ex-major, Ailton Barros, que foi recluso na semana passada pela Polícia Federalista em uma operação que investiga a verosímil fraude no cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro, transmitiu uma pensão militar para a sua esposa, mesmo depois ter sido expulso do Tropa. Segundo dados do Portal da Transparência, Marinalva Barros recebe uma pensão bruta de R$22.800 por mês, ou R$14.900 líquidos, desde outubro de 2008. Embora Ailton seja registrado uma vez que “morto” nos sistemas de informática do governo, ele é considerado um “morto ficto” pelo Tropa, exclusivamente para fins burocráticos, pois foi expulso em 2006 e é considerado incompatível com o Oficialato.

A pensão militar segue uma lógica de previdência privada, ou seja, enquanto o militar está em atividade nas Forças Armadas, ele contribui para a pensão em caso de morte mensalmente, para que a beneficiária, no caso, a esposa, receba o valor uma vez que viúva. Quando o militar é expulso, ele deixa de receber a aposentadoria, mas uma vez que contribuiu para a pensão, a esposa pode usufruir do mercê mesmo depois a expulsão. Embora seja permitido, esse mercê já tem sido questionado em tribunais de contas por ser considerado um privilégio indevido, de congraçamento com o legista Washington Barbosa.

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