
Em reunião da bancada baiana com prefeitos, Paulo Azi volta a defender redução da alíquota do INSS para municípios
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“Importante desmistificar essa história de que atender ao pleito dos prefeitos da redução da alíquota patronal significa renúncia fiscal. O governo não vai perder nada. Esse argumento é utilizado para que não se enfrente o problema”, declarou. Azi enfatizou que a situação atual força muitos municípios, principalmente os do Nordeste e estados menos favorecidos, a sonegarem a alíquota previdenciária para conseguir manter serviços essenciais à população.
“Se não sonegam a alíquota previdenciária, vão ter que fechar o posto de saúde, não vai ter transporte escolar, não vão conseguir dar o mínimo de atendimento à população, que é a função primordial dos prefeitos. Não vai haver renúncia, porque se hoje a alíquota é de 22%, quando soma o que os prefeitos pagam, passa um pouco mais de 10%, se chegar a 10%. É um fingindo que está recebendo e outro fingindo que tá pagando”, argumentou o deputado.
Azi ressaltou a importância do momento para abordar esse tema, visto que o país está em discussão sobre o arcabouço fiscal e a reforma tributária. Ele destacou que a bancada baiana pode liderar esse processo, independente de coloração partidária, e que é necessário enfrentar o problema da alíquota do INSS para garantir o funcionamento adequado dos municípios.



