
12 amizades que viraram negócios de sucesso
[ad_1]
Divulgação
Os amigos Henrique Dugubras e Pedro Franceschi largaram Stanford e se tornaram bilionários com a Brex, fundada por eles em 2017
Google, Microsoft e Apple, além de estarem entre as marcas mais valiosas do mundo, têm um tanto mais em geral: foram fundadas por amigos. Airbnb, Ben & Jerry ‘s, Starbucks, entre tantas outras empresas de sucesso, também são exemplos de sociedades que começaram com uma amizade.
Os brasileiros Henrique Dubugras, 26 anos, e Pedro Franceschi, 25 anos, provam que a famosa frase “amigos, amigos, negócios à secção” pode estar equivocada. Eles largaram o curso de programação em Stanford e se tornaram bilionários em 2022 quando a sua empresa, a fintech Brex, de cartões de crédito corporativos, atingiu uma avaliação de mercado de US$ 12,3 bilhões (R$ 59 bilhões).
Leia também:
Esse não foi o primeiro negócio da dupla, que em 2014 fundou a Remunerar.me, de pagamentos online, vendida para a Stone. Henrique e Pedro se conheceram no Twitter em uma conversa sobre programação. “Começou a permanecer muito difícil discutir em 140 caracteres e passamos para o Skype. Ficamos muito amigos pelo vestimenta de sermos adolescentes que gostavam de programar”, lembra Dugubras.
Uma vez que eles, muitos empresários conseguiram unir amizade e negócios e hoje, no Dia do Camarada (20), contam uma vez que identificar um bom sócio em um colega e uma vez que fazer da amizade um ativo para a sua empresa.
12 amizades que se tornaram negócios de sucesso
-
David Politanski e Felipe Lombardi – Sweet Secrets
Ligados pela comunidade judaica e colegas em geral, David Politanski e Felipe Lombardi se aproximaram há mais de 10 anos em uma oportunidade de negócio e desde 2021 são sócios do Sweet Secrets, um bar secreto com clube de membros em São Paulo. David é head de vendas do Google na América Latina e investidor de bares uma vez que o Seu Justino, fundado por Lombardi, que também está por trás da sarau de réveillon de Carneiros, em Pernambuco, e da geração da Baw Clothing, comprada pela Arezzo em 2021.
Os sócios, que investiram R$ 9 milhões no negócio, têm características e habilidades complementares: David é expert em negócios e Felipe, em bares e grandes eventos. “Eu tenho mais facilidade com tecnologia, números e networking no mundo corporativo, enquanto o Felipe é um expert em business para bares, festas e networking com diferentes formadores de opinião”, diz David. Para ele, a complementaridade ajuda nas tomadas de decisão e fortalece a assertividade do trabalho em equipe.
-
Maria Eduarda Camargo e Emily Ewell – Pantys
Maria Eduarda Camargo e Emily Ewell se conheceram por conta de laços familiares. Em uma de suas viagens a trabalho ao Brasil, há mais de 10 anos, Emily, nascida nos Estados Unidos, conheceu seu atual marido. Ela só não esperava também saber sua futura sócia, já que Duda é sobrinha de seu marido. Elas se aproximaram para além da família e, em 2017, a amizade se tornou também uma parceria profissional, com a geração da Pantys, femtech que criou as primeiras calcinhas absorventes da América Latina. Para as empresárias, a base de uma amizade é também a de um negócio de sucesso, e amigos podem ser ótimos sócios, principalmente se há um objetivo em geral. “Transparência e crédito é a base principal de tudo. Se sua relação foi construída dessa forma com um colega, tem muito a casar para ser um bom sócio”, diz Maria Eduarda.
-
Reprodução/Vox Capital Carlos Humberto Rebento e Antonio Pita – Diaspora.Black
Em 2016, Carlos Humberto ligava para o colega e jornalista Antonio Pita para trazer a teoria de uma plataforma de hospedagem para turistas negros – que, mais tarde, se tornaria a empresa de turismo Diaspora.Black. O pesquisador e geógrafo já estava cansado de ouvir casos de racismo e de passar por experiências ruins com outras companhias de turismo. Assim, a dupla criou o que hoje é um marketplace de turismo voltado para passeios voltados à cultura africana e hospedagem segura e receptiva para turistas negros. Depois de enfrentar a pandemia e a dificuldade de conseguir investimentos, hoje a Diaspora.Black já gerou R$ 1,5 milhão para os que anunciam seus estabelecimentos e roteiros na plataforma.
-
Márcia Queirós e Michelle Wadhy – Fast Escova
Márcia Queirós e Michelle Wadhy, fundadoras da rede de salões de formosura Fast Escova, se conheceram quando trabalhavam juntas na Avon Cosméticos. A teoria do negócio nasceu em uma conversa por Whatsapp, que surgiu da dificuldade delas de encontrar um salão que atendesse de forma rápida e sem agendamento. Em poucos minutos, as amigas já tinham as amigas o padrão de negócio, empréstimo requisitado e o projecto de expansão da rede de franquias. “Temos nosso momento de amizade que falamos assuntos pessoais, mas acabam entrando também em questões voltadas para negócios. É uma mistura saudável”, diz Michelle Wadhy, CEO da empresa. Em menos de cinco anos, Márcia e Michelle já venderam mais de 200 unidades e faturaram 75 milhões em 2022.
-
Flávio Santos, Gabriel Lima, Gustavo Almeida e Victor Godoy – MField
Gabriel, Gustavo e Victor são amigos de puerícia, cresceram juntos em Santos, litoral de São Paulo. Estavam sempre juntos em festas até que encontraram objetivos comuns também nos negócios. Enquanto idealizavam o projeto inicial do que viria a ser a MField, perito em marketing de influência, conheceram Flávio Santos em uma feira de negócios. O match profissional veio logo de face, mas em pouco tempo os quatro se tornaram também grandes amigos. O duelo é conseguir usar a amizade uma vez que um ativo para o propagação da empresa. “É um responsabilidade de mansão quotidiano virar a chave do relacionamento interpessoal e das cobranças corporativas, mas trabalhamos em um mercado em que o relacionamento é diferencial e usamos o nosso relacionamento interno para escalar nosso negócio”, diz Flávio, CEO da MField. Fundada em 2018, a empresa tem cases de sucesso para marcas uma vez que Activision, Consul, Ambev e Telecine e fechou 2022 com um faturamento de R$ 40 milhões.
-
Eduardo Vanzak e Lohran Schmidt – Desinchá
Amigos da idade da faculdade de gestão em Belo Horizonte, Eduardo e Lohran tinham negócios separados, em áreas diferentes, mas compartilhavam certa insatisfação com o que faziam. Depois de muitas conversas, decidiram percorrer detrás de um tanto que contemplasse ambos. Em 2015, pausaram tudo e partiram para o Vale do Silício, na Califórnia, para pesquisar o que havia de mais moderno no mercado de bem-estar.
“Descobrimos que o chá é a segunda bebida mais consumida no mundo, mas o Brasil não tinha esse hábito. Vimos a oportunidade”, conta Lohran. Ao voltar, passaram dois anos testando fórmulas. “Focamos em erigir um resultado que fosse saudável e gostoso o suficiente para que as pessoas menos acostumadas começassem a consumir”, lembra. Depois de mais de 50 tentativas, chegaram ao Desinchá, lançado em dezembro de 2017.
O resultado caiu rápido nas graças de famosos e musas fit do Instagram e, em dois anos, tornou-se a segunda marca de chá mais vendida no país, com 20 milénio pontos de venda e duas lojas físicas em São Paulo. Em 2019, a empresa expandiu para a Desinchá Company, que oferece moca, cursos sobre vida saudável (gratuitos e pagos) e uma traço de cosméticos naturais e orgânicos.
-
Edu Lyra, Le Maestro, Amanda Boliarini e Mayara Lyra – Gerando Falcões
A Ong brasileira Gerando Falcões nasceu em uma pequena mansão na periferia de São Paulo, fundada por Edy Lyra, os amigos Le Maestro e Amanda Boliarini e a esposa Mayara Lyra. Ainda hoje, todos ocupam funções dentro da organização, que recebeu um aporte da filantropa e bilionária Mackenzie Scott e conseguiu empregar 95% dos moradores de duas favelas que atende com seus programas. Em 2023, a Gerando Falcões tem a meta de gerar renda a 12 milénio pessoas nos seus projetos de empregabilidade e quer qualificar mais de 20 milénio pessoas para entrar nessas oportunidades.
-
Ana Abreu e Rodolfo Reis – WeClever
Ana Abreu e Rodolfo Reis se conheceram em 2015, quando Ana começou a trabalhar na Leiturinha, uma startup de leitura infantil fundada por Rodolfo. Foi em um almoço, anos depois, que surgiu a teoria de produzir a WeClever, uma plataforma de marketing de linguagem humanizada que faturou R$ 15 milhões no ano pretérito. “Discutimos sobre uma vez que grande secção das empresas não sabe uma vez que produzir um relacionamento sempiterno com seus clientes e também não sabem mourejar com os potenciais clientes”, diz Ana Abreu, COO da empresa.
-
Victor Lira, André Bain, Nadav Peretz e Rafael Goldenberg – Siprocal
Colegas da faculdade de engenharia da USP (Universidade de São Paulo), André Bain, Victor Lira e Nadav Peretz fundaram em 2016 a Flowsense, uma empresa de experiência do usuário para aplicativos. Fundida à Gamersclub e secção do grupo DigitalReef, a empresa que fundaram se tornou a Siprocal, que atua com publicidade do dedo para aplicativos. Logo depois a primeira rodada de investimentos, Rafael Goldenberg, que também é egresso da Poli-USP entrou na sociedade.
André Bain, VP de marketing da Siprocal, reconhece que a amizade entre os sócios minimiza o risco da empresa fracassar por conflitos entre os sócios. “Se, por um lado, [abrir um negócio] é um risco para a amizade, por outro, é preciso incumbir em seus sócios quando se começa uma empresa”, ele diz. “Muitas startups falham não por motivos de mercado, mas por “implosão” entre seus sócios. Com amigos, isso é muito menos provável.” Hoje, Siprocal já tem escritórios em sete países e mais de 200 funcionários.
-
Paula Raimo e Camila Piccini – Matrimoniar.com
Amigas desde os seis anos de idade, Paula Raimo e Camila Piccini se afastaram com o tempo e se reencontraram no mercado de trabalho. Elas se tornaram sócias ao comprarem a feira Matrimoniar, evento fundado em 2001 em São Paulo, principalmente pela experiência de Raimo na extensão de casamentos. As duas depois se uniram a Fabio Camillo, que, de consultor, passou também a fazer secção da sociedade. Além do evento, a marca passou a oferecer um resultado do dedo, uma plataforma de listas de casamentos convertidas em numerário. Neste ano, a feira está na sua 21ª edição.
-
Nahim Francis e Rodrigo e Rafael Figueiredo – D4Sign
Rafael Figueiredo, Nahim Francis e Rodrigo Figueiredo são três amigos de puerícia que fundaram em 2015 a D4Sign, empresa de assinatura do dedo, depois da teoria que Nahim teve de digitalizar os processos e expulsar o uso de papel da última empresa em que trabalhava. Assim, Rodrigo chamou Rafael para desenvolver a plataforma e, depois, pediram a Rodrigo – que também é irmão de Rafael – que comandasse a extensão mercantil da companhia. Com a premência de realizar burocracias à intervalo, a D4Sign cresceu mais de 400% e, desde portanto, atendeu mais de 500 milénio clientes. “Saber mourejar com cobranças, feedbacks e situações desafiadoras é principal para prometer o sucesso dos negócios e a manutenção da amizade, sem deixar que questões pessoais interfiram”, diz Rafael, CEO da D4Sign.
-
Patrick McDougall Sterea e Paulo Albuquerque – Drip
Patrick McDougall Sterea e Paulo Albuquerque firmaram uma parceria tão sólida enquanto trabalhavam no Nubank que deixaram o banco para produzir sua própria fintech. A Drip, empresa de meios de pagamento online, usa soluções de Pix parcelado em três vezes, sem cartões de créditos ou taxas. Em dois anos de operação do app, lançado em dezembro de 2022, a fintech já possui 17 milénio clientes pagantes, dezenas de marcas adicionadas no app, uma vez que Nike, Shein, Farm, Netshoes, O Farmacêutico, Natureza, Shopee, e 200 lojas ativas cadastradas no aplicativo. A fintech recebeu investimentos de R$ 15 milhões de empresas de venture capital em três rodadas de investimentos em um ano.
David Politanski e Felipe Lombardi – Sweet Secrets
Ligados pela comunidade judaica e colegas em geral, David Politanski e Felipe Lombardi se aproximaram há mais de 10 anos em uma oportunidade de negócio e desde 2021 são sócios do Sweet Secrets, um bar secreto com clube de membros em São Paulo. David é head de vendas do Google na América Latina e investidor de bares uma vez que o Seu Justino, fundado por Lombardi, que também está por trás da sarau de réveillon de Carneiros, em Pernambuco, e da geração da Baw Clothing, comprada pela Arezzo em 2021.
Os sócios, que investiram R$ 9 milhões no negócio, têm características e habilidades complementares: David é expert em negócios e Felipe, em bares e grandes eventos. “Eu tenho mais facilidade com tecnologia, números e networking no mundo corporativo, enquanto o Felipe é um expert em business para bares, festas e networking com diferentes formadores de opinião”, diz David. Para ele, a complementaridade ajuda nas tomadas de decisão e fortalece a assertividade do trabalho em equipe.



