
Ministro do STF determina soltura do ex-ministro Anderson Torres
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Nesta quinta-feira (11), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), ordenou a soltura do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Região Federalista, Anderson Torres. A notícia foi divulgada pela âncora da CNN, Daniela Lima.
De concordância com a decisão, a manutenção da prisão no momento atual não é mais proporcional e pode ser substituída “eficazmente” por medidas alternativas. Torres terá restrições, uma vez que não poder trespassar do Região Federalista, satisfazer recolhimento domiciliar durante a noite e nos finais de semana, além de usar tornozeleira eletrônica.
Atualmente, Torres está ausente do incumbência de mandatário da Polícia Federalista (PF) até que o STF delibere sobre o tópico. Ele deverá comparecer em pensamento todas as semanas, especificamente às segundas-feiras. O ex-ministro também está proibido de trespassar do país e deve entregar seu passaporte, que foi cancelado. Outrossim, teve seu porte de arma de queimada suspenso e está proibido de utilizar redes sociais e de se conversar com os demais envolvidos no caso de sua prisão.
A resguardo de Torres vinha buscando sua soltura nas últimas semanas, alegando problemas de saúde e uma “drástica piora do estado psíquico” durante o período em que esteve recluso. Os advogados argumentaram que Torres não representa riscos para a investigação e não há novos fatos que justifiquem sua permanência na prisão. Outrossim, afirmaram que ele cooperará com as investigações, pois tem interesse na rápida elucidação dos acontecimentos.
Medidas cautelares foram impostas pelo ministro Moraes em substituição à prisão. Dentre elas, estão a proibição de deixar o Região Federalista, recolhimento domiciliar durante a noite e nos finais de semana com o uso de tornozeleira eletrônica, retraimento súbito do incumbência de mandatário da PF, obrigação de se apresentar perante o Pensamento da Vara de Execuções Penais do DF em 24 horas e comparecer semanalmente às segundas-feiras, além da proibição de trespassar do país e entrega dos passaportes em 24 horas. Os documentos de porte de arma de queimada foram suspensos, incluindo a arma funcional, e Torres está proibido de utilizar redes sociais e de se conversar com os demais envolvidos nas investigações.
A resguardo de Anderson Torres emitiu uma nota afirmando que recebeu a decisão do ministro Alexandre de Moraes com serenidade e saudação. Eles reiteraram sua crédito na Justiça e seu totalidade saudação pelo Supremo Tribunal Federalista, destacando que o próprio Anderson Torres é o maior interessado na rápida apuração dos fatos.



