
Bruno Reis faz visitante técnica ao Teatro Vila Velha e discute revitalização do espaço
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Além de Bruno Reis, participaram da visitante o secretário de Cultura e Turismo, Pedro Tourinho, e os presidentes das fundações Gregório de Mattos (FGM) e Mário Leal Ferreira (FMLF), Fernando Guerreiro e Tânia Scofield, respectivamente, além do diretor do equipamento, Márcio Meirelles.
Segundo o prefeito, essa primeira visitante serviu para saber as necessidades do espaço, entender as demandas e principiar a traçar metas para a revitalização. “Entendendo a valia deste equipamento para nossa história e cultura, viemos fazer essa visitante ao teatro, em procura de realizar uma parceria, visando revitalizar, restaurar e, futuramente, usufruir do espaço. A teoria é assinar um termo de fomento de parceria, que possa viabilizar recursos para realizar uma grande mediação e valorizar a valia deste equipamento para nossa cidade”, destacou o director do Executivo.
Para Tourinho, o Teatro Vila Velha é um pilar da cultura de Salvador e do Brasil. “Sendo nascimento de grandes artistas, o Vila está sempre inovando e trazendo novidades, tendo esse lugar uma vez que espaço para desenvolver ainda mais nossa cultura e potencializar essa história”, ressaltou.
A presidente da FMLF explica o diagnóstico inicial da visitante técnica. “De antemão, percebemos a premência de promover adaptações referentes à acessibilidade e iluminação, além de diversos outros pontos a serem desenvolvidos num projeto de revitalização, a exemplo de questões estruturais, ar-condicionado, etc., para que o teatro possa funcionar em sua plenitude”, revelou.
Márcio Meirelles lembra a trajetória do Vila, seu caráter independente e sua vocação para o fomento da cultura em Salvador. “Esse teatro é uma referência na dramaturgia brasileira, pois é a pia batismal de todo artista baiano, uma vez que Gil, Bethânia, Gal, Caetano, Tom Zé, os Novos Baianos, etc., que nasceram ou consolidaram cá suas carreiras. Trabalhamos e sustentamos essa cultura pelo público e para o público”,
Ele ainda afirmou que o Teatro Vila Velha é uma referência na cena cultural lugar, e o poder público precisa ajudar. “Apesar da premência de reforma, o espaço segue em funcionamento. Temos espetáculos em curso, o projeto Pé de Feijoeiro, junto à Secretaria Municipal de Ensino, dentre outros. Somos um teatro independente, dos quais único patrão é o público. São 59 anos de história, e aguardamos pelas intervenções”, salientou.
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