
Bolsonaro presta testemunho nesta tarde na Polícia Federalista
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O interrogatório foi crédulo pelo ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF) Alexandre de Moraes em fevereiro, para apurar se houve tratativas visando a um golpe de Estado, em uma reunião que, segundo o senador, teria exposto com a participação de Bolsonaro e do ex-deputado federalista Daniel Silveira (PTB-RJ), além do próprio Marcos do Val.
Essa reunião foi citada pelo senador em encontro com Moraes. As suspeitas, no entanto, são de que o parlamentar queria gravar a conversa, na procura por uma enunciação do ministro admitindo ter, em qualquer momento, ultrapassado “as quatro linhas da Constituição” – o que poderia ser usado uma vez que argumento para questionar o resultado das eleições de 2022, vencidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em junho, endereços e gabinete de Marcos do Val foram meta de mandados de procura e mortificação, por mandamento de Moraes. À estação, o senador criticou a operação e negou ter cometido qualquer delito.



