
Ao lado de Bolsonaro, baianos do movimento Invasão Zero engrossam o coro contra ataques do MST; veja como foi
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Integrantes do movimento Invasão Zero na Bahia intensificaram a agenda de fala política na capital federalista contra a vaga de invasões de terras no estado e, nesta quarta-feira (31), levaram o tema ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante um encontro na sede do PL, em Brasília.
Marcos Moscoso, produtor e representante da Chapada Diamantina, Luiz Bahia Neto, jurisperito e produtor de Feira de Santana, e Mateus Bonfim, de Itamaraju, no extremo sul do estado, compartilharam os desafios vividos na Bahia e apresentaram um material sobre a atuação do Invasão Zero diante da disparada de ataques do MST desde o início do governo Lula.
O movimento também entrou na tarifa de deputados federais da bancada baiana, a exemplo de Roberta Roma (PL), Paulo Azi (presidente do União Brasil na Bahia), Leur Lomanto Júnior (União Brasil), Roberta Roma (PL) e também do ex-ministro João Roma.
“Nossa vinda cá é pelo agro, nós não temos partido, o nosso partido é o agro na Bahia. Nós não somos do latifundiário, do pequeno, do grande ou do que for, somos em prol do agro. Não importa se o rostro tem uma tarefinha de terreno ou se é exclusivamente simpatizante, vamos lutar pelo agro”, sinaliza Marcos Moscoso.
Para Luiz Bahia Neto, o saldo foi “muito positivo” e deve render frutos na prática. “Trouxemos o apelo às necessidades do agronegócio baiano para os parlamentares e pedimos a interferência deles em tudo que eles puderem ajudar. Fomos muito muito recebidos e esperamos que tenhamos essa contrapartida dos parlamentares do Legislativo”.
Mateus Bonfim movimento invasão zero na região do extremo sul, Mateus a avaliação que se faz eh está dentro do esperado essa viagem esse essa conversa com os parlamentares em Brasília?
“Fiquei muito feliz com a brecha de todos os parlamentares, mas mormente com a atenção e a prioridade com que eles estão tratando os acontecimentos do extremo sul”, emendou Mateus Bonfim, ao relatar a agressividade dos invasores ao longo do tempo naquela região.
“Lá detrás, o extremo sul imaginava pensava que nunca teria resposta, que nunca ninguém iria escutar a voz desses produtores e que a injustiça seria perpétua. Logo hoje eu estou muito feliz porque eu estou vendo que não será perpétuo. Em breve, isso irá findar”, completou.



