
Alexandre de Moraes é hostilizado na Itália e políticos reagem
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“Até quando essa gente extremista vai agredir agentes públicos, em locais públicos, mesmo quando acompanhados de suas famílias? Comportamento criminoso de quem acha que pode fazer qualquer coisa por ter verba no bolso. Querem ser ‘escol’ mas não tem a ensino mais rudimentar”, criticou Dino em sua conta no Twitter.
Pacheco usou a mesma plataforma para improbar o ato. Ele considerou “intolerável” a agressão sofrida pelo magistrado e sua família e afirmou que tal comportamento distancia do país do progresso.
“Mais do que criminoso e humilhante às pessoas, às instituições e à democracia, esse tipo de comportamento mina o caminho que se visa edificar de um país de progresso, urbano e pacífico”, disse Pacheco.
“Todos os lados precisam colaborar para que o antagonismo fique no campo das ideias e das ações legítimas. Se a País, ainda dividida, não é capaz de substituir o ódio pelo paixão, que o faça ao menos pelo saudação”, acrescentou o senador.
Vários outros parlamentares se manifestaram. As deputadas Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) estão entre eles. “O ato é fruto do ódio e da ignorância desses que sempre alimentaram um projeto dominador, antidemocrático e violento para o nosso país”, disse Jandira.
“Os agressores já foram identificados e sindicância instaurado pela Polícia Federalista. Que paguem no rigor da Lei. Nossa solidariedade ao ministro e família”, acrescentou.
Já o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que é responsável de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que atribui ao STF a cultura para julgar ações antidemocráticas, afirmou que tentará votar o texto em agosto.
“A agressão de ogros contra Alexandre de Moraes mostra que é hora de punir os crimes de ódio, alguns já tipificados. Vamos enquadrar a intolerância política, porquê propus no ‘pacote da Democracia’. Vou procurar o relator Veneziano do Rego e o Presidente para votarmos em agosto”.



