
Completando mais um mês de intensificação aos finais de semana, CCZ realiza mais uma ação contra o Aedes neste sábado(27)
[ad_1]
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) através do Meio de Controle de Zoonoses (CCZ) prossegue com ação peculiar de combate e prevenção ao Aedes na capital baiana, neste sábado (27).
Desta vez, acontecerá das 08h às 12h, Vila Ruy Barbosa, Pirajá, Periperi, Boca do Rio, Armação, Mussurunga, São Gonçalo do Retiro, Jardim Santo Inácio, Sete de Abril, Trobogy, Jardim Novidade Esperança e Vila Canária. Serão realizados o bloqueio de transmissão focal e espacial do mosquito com emprego de inseticida, além do levantamento de rumores em diálogo com a população.
A secretária da Saúde e vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, destaca a valia da interação entre o CCZ e a população. “Estamos fechando mais um mês de interesse visando prometer uma cidade mais segura e prevenida. Em casos de presenciar focos, o soteropolitano pode vincular no 156 e acionar uma inspeção do CCZ. Para ou por outra, porquê prevenção, pode facilitar evitando deixar recipientes destampados que possam gerar acúmulo de chuva, pois são responsáveis por 90% dos potenciais criadouros do mosquito”, salienta Ana Paula.
De combinação com Isolina Miguez, coordenadora do CCZ, a ação peculiar é fundamental para intensificar a prevenção e controle das Zoonoses na cidade, além das mobilizações diárias feitas pelos agentes nas diversas localidades. “A atividade aos sábados é necessária, pois há maior possibilidade de encontrar os munícipes e realizar inspeção e fazer a ação educativa. Estamos há mais de um mês intensificando as ações aos sábados e aproveitamos para solicitar à população união neste momento de aumento de casos”, declara.
A coordenadora destaca também a valia do base dos soteropolitanos no combate às arboviroses; ““É importante a população permanecer atenta em suas residências, pois o período é propício à proliferação de mosquitos. É necessário inspecionar seus domicílios e evitar recipientes que possam apinhar chuva e se transformarem em criadouros de mosquitos”, reforça Isolina.



