PRESIDENTE DO EQUADOR DISSOLVE PARLAMENTO E CONVOCA NOVAS ELEIÇÕES
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O presidente do Equador, Guillermo Lasso, dissolveu nesta quarta-feira (17) a Plenário Pátrio do país e convocou novas eleições.
A decisão ocorre um dia depois de os deputados realizarem a primeira audiência do processo de impeachment que Lasso enfrenta, o primeiro contra um presidente na história recente do Equador.
Por decreto publicado nesta terça em caráter de urgência e com efeito repentino, o líder equatoriano determinou:
- A rescisão da Plenário Pátrio (o Congresso do país) “por grave crise política e comoção interna”;
- Que o Juízo Pátrio Eleitoral do Equador convoque novas eleições gerais nos próximos sete dias;
- O termo repentino do procuração de todos os deputados.
- Quem for eleito nestas eleições extraordinárias terá o procuração válido somente até o pleito regular, que ocorrerá até 2025.
Ele agora permanecerá no missão por até seis meses – o prazo supremo que as novas eleições devem ser realizadas – e governará por decreto nesse período. Porquê a Legislação do Equador não permite reeleição, Lasso não poderia se apresentar às eleições que ele mesmo convocou. O presidente equatoriano não disse, em pronunciamento, se pretende concorrer novamente.
Em enunciação, o líder equatoriano defendeu sua decisão. “Equatorianas e equatorianos, esta é a melhor decisão para dar uma saída constitucional à crise política e à comoção interna que o Equador vem enfrentando e para entregar ao povo equatoriano o poder de deliberar seu porvir nas próximas eleições”, disse.
Para poder dissolver o Parlamento, Guillermo Lasso utilizou um decreto que permite o governo a modificar a constituição da Plenário.
Foto: O presidente equatoriano Guillermo Lasso — Foto: AP – Marco Ugarte



