
Vendas para o Dia dos Pais devem crescer tapume de 21,3% no DF
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Pesquisa da Fecomércio indica que maioria dos consumidores quer presentear com calçados, acessórios, cosméticos e eletrônicos
O Dia dos Pais pode aumentar as vendas dos comerciantes em 21,3% no Província Federalista em verificação com o ano pretérito – é o que indica a pesquisa de intenção de venda e de compra do Instituto Fecomércio-DF. De conciliação com o levantamento, 58% dos lojistas acreditam que as vendas serão maiores que em 2022, e aproximadamente 67,3% dos consumidores têm intenção de presentear na data, principalmente com calçados, acessórios, cosméticos e eletrônicos.
Apesar da expectativa de aumento nas vendas, a quantidade de lojistas que espera prolongamento com relação ao ano pretérito é 5% menor, correspondendo a 58% dos entrevistados – em 2022 eram 62,9% dos comerciantes com prospecções de incremento de faturamento. Muro de 41,2% deles espera que as vendas sejam iguais às do ano pretérito, e 0,74% creem que as negociações serão menores.
“Ao explorar a série histórica, observamos que houve uma ligeiro transmigração de lojistas que esperam ‘vendas maiores’ para ‘vendas iguais’, em torno de 5%, enquanto o percentual de ‘vendas menores’ é o mais plebeu dos últimos cinco anos”, destacou o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire.

Para Solange Rodrigues, proprietária da loja Estação da Economia, no Paranoá, o aumento das vendas de peças masculinas, principalmente de camisetas polo e carteiras, deverá ser de aproximadamente 45%. Esse aumento contribui para um faturamento tapume de 30% maior para o mês de agosto, segundo a mercante. Ela destaca que o movimento costuma ser maior na véspera do Dia dos Pais, ou mesmo no domingo pela manhã.
“Muita gente deixa para comprar de última hora, dissemelhante de quando é o Dia das Mães, em que as pessoas se planejam melhor. […] Chegam cá buscando um pouco simples e com um valores mais em conta”, afirmou Solange. Conforme o relato da mercante, a procura pelo presente para os pais costuma ser de somente uma peça, ao contrário do Dia das Mães, em que os clientes costumam levar pelo menos dois itens para serem presenteados.
A perspectiva não é animadora, no entanto, para Thaís Santos, proprietária da loja GT Store, no Paranoá. Conforme contou a mercante à reportagem, o histórico de outras datas comemorativas deste ano indicam que nascente Dia dos Pais terá rendimento ou igual ou menor que o do ano pretérito. De conciliação com ela, tanto o Dia das Mães quanto o Dia dos Namorados deste ano tiveram faturamento menor que o do ano pretérito.
“Mas a gente espera que seja pelo menos 10% maior que no ano pretérito”, disse a mercante, mantendo um pouco de esperança. Para atrair a clientela, Thaís pretende apostar em promoções e no sorteio de um kit com peças de roupa a partir de determinado valor gasto na loja pelos consumidores. Ela não irá ampliar o estoque para o Dia dos Pais, porém, a termo de não ter frustração e prejuízos.
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Aparecido ressalta que o cenário econômico atual impõe cautela tanto do consumidor quanto do mercante. “Oferta e demanda estão em um processo de estimar e ter absoluta certeza de que estamos ou estaremos, em breve, em uma novidade tempo de prolongamento, com bases sólidas”, disse Aparecido ao explorar os dados da pesquisa.
Calçados e acessórios

Conforme indigitado pela pesquisa, tapume de 25,8% dos consumidores quer presentear os pais com calçados e acessórios, porquê carteiras, cintos e relógios. Os cosméticos e perfumes, em segundo lugar, correspondem a 16,4% das intenções de compra dos entrevistados. Já os itens eletrônicos ocupam a terceira colocação, sendo a preferência de 12,5% dos clientes no DF.
A maior secção das compras dos presentes, tapume de 60,3%, deve ser feita de forma presencial nas lojas de rua e nos shoppings centers das cidades. Ainda de conciliação com a pesquisa, o valor médio supremo que os consumidores pretendem investir nas compras é de aproximadamente R$ 200,00. A maior secção dos pagamentos deverá ser feita a prazo, no crédito, tendo 48,26% das intenções de compra. Por outro lado, 46,51% querem remunerar ou no verba ou no débito.
A pesquisa da Fecomércio foi feita com representantes de 10 segmentos: artigos para presentes; vestuário; calçados; perfumaria; leito, mesa e banho; chocolateria; eletroeletrônicos; padarias; restaurantes; e supermercado.
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