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CODECON REALIZA OPERAÇÃO 15 MINUTOS PARA COIBRIR PRÁTICAS ABUSIVAS EM BANCOS

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Com o objetivo de prometer o cumprimento dos direitos dos consumidores e promover a melhoria dos serviços bancários, a Diretoria de Ações de Proteção e Resguardo do Consumidor (Codecon) iniciou uma novidade Operação 15 Minutos na última segunda-feira (10). A ação tem uma vez que foco principal verificar o cumprimento da lei que termina o tempo supremo para atendimento nos bancos, muito uma vez que a acessibilidade e o atendimento prioritário.

Até o momento, foram vistoriadas seis agências e duas delas foram consideradas irregulares. Um auto de infração foi emitido devido à pouquidade de atendimento prioritário por secção da gerência, muito uma vez que o descumprimento da lei dos 15 minutos em suas três modalidades de atendimento: convencional, prioritário e prioritário 80+. A operação continuará até o próximo dia 18 em agências bancárias selecionadas com base em denúncias recebidas.

Segundo o diretor-geral da Codecon, Zilton Netto, as agências que não se adequarem ou cometerem infrações graves serão autuadas e poderão suportar sanções mais severas. “Além do cumprimento da lei, os fiscais verificam questões uma vez que o reverência às normas de segurança e acessibilidade, a exemplo da presença de rampas e elevadores para pessoas com mobilidade reduzida. Nosso objetivo é prometer que os bancos cumpram suas responsabilidades e ofereçam um atendimento de qualidade a todos os clientes. Caso as normas não sejam cumpridas, medidas administrativas serão adotadas”, destacou.

A Lei Municipal dos 15 Minutos (5.978/2001) determina que o consumidor tem o recta de ser atendido em um prazo supremo de 15 minutos nos caixas em dias normais e de 30 minutos em vésperas ou em seguida feriados prolongados. Além dessa lei, outras normas do Código de Resguardo do Consumidor (CDC) estão sendo observadas durante a operação, uma vez que a emissão de bilhetes ou senhas com horários de recebimento e atendimento, a disponibilidade de assentos adequados para idosos e pessoas com deficiência, a existência de sinalizações claras sobre o atendimento prioritário e o fornecimento de informações transparentes sobre tarifas e serviços.

Foto: Divulgação / Ascom

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