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São Paulo e San Lorenzo ‘dividem’ ídolo que foi 10, vencedor e marcou era

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Quis o orientação que o sorteio das oitavas de final da CONMEBOL Sul-Americana colocasse uma pedreira no caminho do São Paulo. Atual vice-campeão do torneio e possuinte da melhor campanha da período de grupos, o Tricolor terá pela frente o San Lorenzo, da Argentina, que eliminou o Independiente Medellín, da Colômbia, nos playoffs.

O confronto, difícil em campo, será tão complicado quanto para alguém que tem história nos dois clubes: Silas, ídolo tanto de São Paulo, quanto no San Lorenzo, e hoje em dia comentarista dos canais Disney.

Ele, que estará na transmissão das duas partidas pela ESPN no Star+, a primeira delas já nesta quinta-feira (3), às 19h (de Brasília), iniciou sua curso no clube brasílio e foi um dos integrantes da geração conhecida porquê “Menudos do Morumbi”, ao lado de Muller e Sidney, nas marcantes conquistas do Campeonato Paulista de 1985 e do Brasileirão de 1986. Anos depois, mais experiente, ele foi se aventurar na Argentina. E não se arrepende, já que foi o grande responsável pelo título pátrio do Ciclón em 1995, encerrando um tabu de mais de 20 anos sem troféus.

A história nos dois clubes divide tanto Silas que ele nem mesmo consegue escolher qual foi mais próprio em sua curso.

“Os dois têm peso igual. O título do Paulistão de 1985 foi o primeiro da minha curso. Fizemos uma campanha maravilhosa. Pelo San Lorenzo, foi próprio porque poucos brasileiros tiveram sucesso na Argentina. Em 1995, fiquei na seleção do campeonato porquê melhor número 10. Tenho um carinho próprio pelas duas instituições. Uma por ser o início de tudo, e outra por me abraçar e me albergar, mesmo sendo brasílio em um grupo de argentinos. Hoje em dia eu jogo pelo Masters do São Paulo e também pelo do San Lorenzo. A minha curso nesses dois clubes não acabou ainda”.

A mesma paridade que os dois times possuem no coração de Silas, o ex-jogador enxerga dentro de campo.

“Eles vivem momentos parecidos. No Campeonato Prateado, o San Lorenzo fechou em 3º lugar. Tudo muito que ficou muito detrás do River Plate, mas é um 3º lugar. O Insúa está fazendo um grande trabalho porquê técnico. E o São Paulo, apesar dessas duas derrotas recentes, acho que é muito bom. Na Sul-Americana vai muito muito, o torcedor está acreditando muito. Não consigo indicar um predilecto, vejo dois times fortes, que vão pleitear e quem passar, passa potente para a próxima período”.

O estabilidade, aliás, é uma marca desse confronto. Em seis jogos disputados entre a extinta Despensa Mercosul e a CONMEBOL Libertadores, são três vitórias para cada lado, sempre com os mandantes levando vantagem. Segundo Silas, alguma coisa normal para dois times grandes.

“Os times argentinos sempre são difíceis nesse tipo de campeonato, principalmente nos seus domínios. Mas acho que isso não define a eliminatória. Se o São Paulo não perder por um placar elástico, ou portanto conseguir um empate, pode conseguir a classificação na volta. São dois times campeões de Libertadores, de muita camisa e a torcida é consequência disso. O San Lorenzo sempre enche o Nuevo Gasometro. O Morumbi também tem ficado muito referto. Pela atmosfera que fica nos estádios, é muito difícil de jogar”, disse o ex-meia, que continuou.

“Nesse tipo de torneio, o segundo jogo é consequência do que acontece no primeiro. Se o San Lorenzo ganha na Argentina, ele deve jogar mais defensivo cá. Se o São Paulo ganha lá, ele entra cá no abafa, tentando fazer um gol e liquidar a classificação”.

Apesar de estar feliz com a período dos “times de seu coração”, o comentarista lamenta não enxergar nenhum jogador com as mesmas características que tinha, de um 10 clássico, que teve a honra de utilizar o número na seleção brasileira em uma Despensa do Mundo. Quem poderia ocupar o espaço é James Rodríguez, mas o colombiano não foi inscrito a tempo.

“No San Lorenzo tem o Nahuel Barrios, que é divulgado porquê Perrito Barrios, número 10, mas ele é muito pequeno. Tem 1,56m. Muito rápido, encara o marcador, mas não tem a minha maneira de jogar. É só o número da camisa. No São Paulo o 10 é o Luciano, que é canhoto. Os outros da posição também são canhotos, porquê o Rodrigo Nestor. O Marcos Paulo é mais um segundo atacante do que meia. O Rodriguinho joga mais pra esquerda do que pra direita”.

‘Era o momento de voltar para moradia’

Contratado pelo San Lorenzo em 1995, por indicação do empresário Juan Figer e a pedido do técnico Héctor Vieira, Silas descreve a experiência no San Lorenzo porquê “a melhor que viveu em um clube fora do Brasil”, mas optou por se despedir dois anos mais tarde, quando retornou ao São Paulo.

“Depois de dez anos que eu saí, recebi o invitação para voltar. Era o momento de voltar pra minha moradia, voltar para minha família. E para o clube onde eu nasci. O clube que me deu tudo, que me projetou, que me lançou. O torcedor do San Lorenzo ficou triste quando eu saí, talvez eles acreditassem que eu poderia render mais um pouco, mas era o momento de voltar. A gente tem que fazer escolhas. Chorei muito quando saí de lá, mas comemorei muito também quando cheguei de volta ao São Paulo”.

A trajetória de 105 jogos, com 25 gols e um título, poderia ter tido um segundo capítulo em 2000, mas por opção dele, não aconteceu.

“Eu estava voltando do Japão e fui para o Athletico-PR. Fui vencedor paranaense, mas eu já não estava mais jogando porquê meia-direita. Estava praticamente de segundo volante. O Athletico me acolheu. Mas eu já estava encaminhando a aposentadoria e entendi que voltar para o San Lorenzo nessa profundidade não era a melhor opção”.

Feliz da vida porquê comentarista, Silas, que teve uma curso vitoriosa porquê técnico, chegando a encaminhar até mesmo o Flamengo, admite que já sonhou em comandar São Paulo ou San Lorenzo, mas que hoje em dia a teoria não passa mais na sua cabeça.

“A vida de técnico foi boa para mim. Trabalhei durante 11 anos. Fui vencedor algumas vezes, no Avaí, no Grêmio, Ceará, no Qatar fui vencedor dois anos seguidos. Foi uma curso lítico, experiência boa, mas hoje eu sou comentarista. Estou muito feliz nessa função e não pretendo voltar a ser técnico. Mesmo sabendo que ser técnico do São Paulo ou do San Lorenzo seria um sonho, mas agora eu quero viver para a ESPN, para a família. Durante muito tempo eu sacrifiquei eles, agora é hora de restituir para eles com a minha presença”.

Onde observar a San Lorenzo x São Paulo?

San Lorenzo e São Paulo se enfrentam nesta quinta-feira (3), às 19h, em partida que terá transmissão pela ESPN no Star+

Próximos jogos do São Paulo:

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