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PRIO (PRIO3) e os 3 fatores para a subida de 4,22% das ações: petróleo, produção possante e resultado sólido (mas com o melhor por vir)

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As ações da PRIO (PRIO3), antiga PetroRio, estiveram entre os destaques de subida do Ibovespa na sessão desta quinta-feira (3), com diversas notícias positivas para a petroleira.Os ativos PRIO3 fecharam com ganhos de 4,22%, a R$ 47,16.

A companhia divulgou na última quarta-feira (2) sua prévia operacional de julho e os resultados do segundo trimestre de 2023 (2T23). Ou por outra, repercutiu a subida de mais de 2% dos principais contratos de petróleo, em seguida Arábia Saudita e Rússia anunciarem aperto na oferta da commodity.

Sobre os resultados, a petrolífera registrou aumento de 32% no lucro líquido no segundo trimestre de 2023 em relação a igual período do ano pretérito, saindo de US$ 139,9 milhões para US$ 184,6 milhões, graças ao aumento da produção e das vendas da companhia.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na {sigla} em inglês) ajustado foi de US$ 333,3 milhões, subida anual de 24%.

O Itaú BBA comenta que o balanço do segundo trimestre trouxe números supra das expectativas do consenso, com resultado novamente marcado por um recorde de baixa no lifting cost (dispêndio operacional médio para extrair cada barril de petróleo) e persistentes incrementos de produção em relação ao trimestre anterior, neutralizando a queda do preço do petróleo.

O BBA ainda destaca que o trimestre foi impactado pelo imposto de exportação sobre o petróleo de 9,2%, que expirou no término do mês de junho.

A Genial Investimentos comenta que “deu tudo visível, mais uma vez” para a PRIO, que apresentou resultados ligeiramente inferior do consenso. “Antes de mais zero, é importante mencionar que esse trimestre ainda foi afetado pelo imposto de exportação (US$47,6 milhões)”, destacam analistas. “Ou seja, com o término da emprego de tal imposto, imaginamos que os resultados dos próximos trimestres venham mais “limpos” em relação a leste.”

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A receita do trimestre foi de US$532 milhões, aumento de 41% na base anual, “devido aos maiores volumes vendidos com a performance de Frade e incorporação de Albacora Leste”, explica Genial.

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A produção diária alcançou 91,1k boed (um recorde), a produção estabilizada fechou o mês de julho/23 em 100k boed. Com a subida produção alcançada, o lifting cost alcançou US$ 7,4/barril, um recorde histórico.

Já a XP Investimentos comenta que foi outro trimestre sólido para a PRIO, apesar dos ventos contrários do imposto de exportação de petróleo e das vendas mais baixas.

Os analistas da XP também destacam a geração de fluxo de caixa livre (FCL) de US$ 205 milhões (2,5% de yield, 10% anualizado) no trimestre, aumentando potencialmente no próximo trimestre, já que os offtakes devem aumentar fortemente em relação ao 2T23 (40% na base trimestral).

Segundo a lar, os próximos passos a serem observados a partir daqui são o aumento nos níveis de eficiência para Albora Leste, poço MUP3A em Frade retornando à produção (adicionando potencialmente tapume de 3/4 milénio barris por dia de produção), notícias sobre potencial VOIP para o prospecto “Maracanã” em Frade e o desenvolvimento de Wahoo.

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Para o porvir, o Credit Suisse aponta que os próximos trimestres devem trazer bons ventos para a PRIO. “Em primeiro lugar, o término do imposto de exportação de petróleo deve levar a um aumento de tapume de 10% nas receitas por si só. Em segundo lugar, a empresa também divulgou que 2 milhões de barris produzidos no 2T23 foram vendidos em julho, portanto há uma boa chance de uma redução nos estoques no 3T23, levando a fortes volumes de vendas, em nossa opinião”, explica o banco suíço.

A PRIO também divulgou seus dados de produção e vendas de julho, com números promissores, na avaliação do Credit Suisse. A empresa produziu 99,1 milénio barris de óleo equivalente por dia no mês pretérito (+9% na base trimestral), com melhoras em Frade e Albacora Leste e menor produção em Polvo e Tubarão Martelo. Os volumes de vendas da PRIO atingiram 3,4 milhões de barris em julho, mais 350 milénio barris do que o produzido no trimestre. O volume de vendas de julho é 43% superior ao volume médio de vendas no 2T23.

O JPMorgan explica que o aumento da produção foi impulsionado principalmente pela aceleração de 11,1% em Albacora Leste e pela soma de 8 milénio barris de óleo equivalente por dia em Frade ODP5, o que mais do que compensou a queda em Polvo + TBMT. O banco americano ainda comenta que a taxa de produção da PRIO está supra de suas estimativas para o trimestre, indicando um potencial de incremento supra do previsto.

Já o BBI pontua que produção de julho é um retrato melhor do portfólio da PRIO e do que os investidores podem esperar para o resto do ano. Ou por outra, nos próximos meses, devido à troca de equipamentos e novas perfurações de poços, o banco estima uma elevação da produção de Albacora.

Em termos de avaliação, apesar da recente recuperação das ações da PRIO, o BBI ainda vê a empresa uma vez que barata, pois está negociando a 2,5 vezes Valor da Firma/Ebitda para 2024, o que implica um desconto de 25% para os pares brasileiros, apesar do status da PRIO uma vez que player premium no segmento petroleiras juniors. Assim, reafirmou avaliação equivalente à compra e elevou preço-alvo de R$ 60 para R$ 65.

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A XP Investimentos também manteve recomendação de compra PRIO, pois vislumbra muitas opcionalidades para a tese e uma sólida geração de caixa.

O Itaú BBA reiterou recomendação de compra para PRIO, com preço-alvo de R$ 58 ao término de 2023. A Genial Investimentos também manteve recomendação de compra e preço-alvo de R$ 60. O Credit Suisse manteve recomendação de compra e preço-alvo de R$ 59. O JPMorgan recomenda compra das ações da PRIO, com preço-alvo de R$ 56.

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