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Coreia do Setentrião oferece “calorosas boas-vindas” ao ministro da Resguardo russo

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A Coreia do Setentrião estendeu o tapete vermelho para receber com “calorosas boas-vindas” o ministro da Resguardo russo, Sergei Shoigu, que viajou para Pyongyang para o natalício do termo da Guerra da Coreia, junto com uma delegação chinesa, informou a mídia estatal nesta quarta-feira (26).


Na quinta-feira, Pyongyang sediará as comemorações do 70º natalício da assinatura do trégua, sabido uma vez que Dia da Vitória na Coreia do Setentrião.


Os combates da Guerra da Coreia terminaram com um trégua assinado em 27 de julho de 1953, mas na exiguidade de um tratado de tranquilidade, as duas Coreias ainda estão tecnicamente em guerra.


No aeroporto internacional de Pyongyang, o ministro da Resguardo russo, Sergei Shoigu, teve uma recepção “calorosa” com o hino vernáculo russo e a guarda de honra na noite de terça-feira, informou a escritório de notícias estatal KCNA.


Shoigu foi recebido por seu homólogo norte-coreano, Kang Sun Nam, e centenas de soldados seguravam cartazes de boas-vindas para a delegação russa, segundo imagens do jornal sítio Rodong Sinmun.


Shoigu logo colocou flores em frente às gigantescas estátuas de bronze dos ex-líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il, de convénio com um vídeo divulgado pelo Ministério da Resguardo da Rússia, e depois se encontrou com Kang Sun Nam.

 




“A RPDC (República Popular Democrática da Coreia, nome solene da Coreia do Setentrião) é um parceiro importante para a Rússia, com a qual estamos ligados por uma fronteira generalidade e uma rica história de cooperação”, disse Shoigu, citado em um enviado de seu ministério.


Ou por outra, afirmou que Moscou quer “substanciar a cooperação” na resguardo entre os dois países.


A Rússia, aliada de longa data de Pyongyang, é uma das poucas nações que mantém relações amistosas com a Coreia do Setentrião.


O líder norte-coreano, Kim Jong Un, expressou seu pedestal à invasão russa da Ucrânia e até, segundo os Estados Unidos, forneceu foguetes e mísseis a Moscou.


Segundo a escritório de notícias sul-coreana Yonhap, que citou várias fontes governamentais, há “indícios claros” de que o país prepara um desfile à meia-noite na rossio Kim Il Sung, em Pyongyang.


O veste de o ministro da Resguardo russo ter voado para Pyongyang enquanto seu país está em guerra é “muito significativo”, disse Park Won-gon, diretor do Instituto de Estudos de Unificação da Universidade de Ewha.


“Embora o sistema de quarentena de emergência permaneça em vigor, Kim Jong Un pode ter sentido a urgência de ensinar um pouco ao seu povo nas comemorações do Dia da Vitória”, disse à AFP.


Quanto aos chineses e russos, sua presença pode enviar uma “poderoso mensagem de unificação” aos Estados Unidos, acrescentou.




– Mudanças na política fronteiriça? –

No entanto, Leif-Eric Easley, professor da mesma universidade, afirmou que é improvável que a visitante ligeiro a qualquer convénio de armas ou progresso diplomático, e foi “uma prova simbólica de solidariedade em um natalício de guerra”.


A China indicou que a sua delegação, liderada pelo membro do comitê executivo do Partido Comunista, Li Hongzhong, viajará para Pyongyang nesta quarta-feira, o que indica que os seus membros não terão que fazer quarentena.


A chegada dos representantes chinês e russo marca as primeiras visitas conhecidas de delegações estrangeiras à Coreia do Setentrião desde o início da pandemia.


O gesto poderia mostrar para uma provável sinceridade das fronteiras, fechadas desde a pandemia de covid-19, para visitantes de cumeeira nível.


O país hermético impôs um confinamento rígido desde o início de 2020 para se proteger da covid-19, impedindo até mesmo que os cidadãos norte-coreanos voltassem para lar.

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