
PIX DA BAND: ADVOGADO DIZ QUE DOAÇÕES NÃO FORAM PARA A CONTA DA VÍTIMA
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A mulher que levou a Polícia Social da Bahia a terebrar uma novidade investigação de outro provável caso de golpe do Pix, dessa vez na emissora Band Bahia, afirma nunca ter recebido a doação em numerário.
Mãe de uma rapaz tetraplégica, ela teve uma campanha feita em seu obséquio pelo Brasil Urgente, um programa terceirizado da empresa, mas alega que o Pix divulgado não era o dela e que nunca foi informada do valor exato arrecadado em seu nome. As informações são do jurisperito da vítima, que optou por não se identificar. De harmonia com a resguardo, a mulher recebeu o valor doado em cinco cestas básicas, há murado de um mês, e passou a suspeitar da verdade da campanha posteriormente notar que não estava recebendo o numerário das doações em sua conta.
“A campanha ficou no ar durante uma semana, e o Pix foi divulgado porquê se fosse o dela, mas ela sequer soube o totalidade arrecadado porque a conta não era dela, o extrato mostra isso. O mesmo modus operandi da Record”, disse nesta sexta-feira (12) o jurisperito do caso, referindo-se à investigação realizada na Record/TV Itapoan, que apura 15 casos de ramal de quantias arrecadadas em programa da TV Itapoan – afiliada da TV Record na Bahia.
A investigação do novo caso foi enquadrada pela Polícia Social porquê suspeita de organização criminosa, e está na período de colhimento de depoimentos. Duas testemunhas já foram ouvidas. Uma delas fez doações à suposta vítima, e a outra fez a conexão entre a produção do programa da emissora e a mulher. “As pessoas que doaram estão sendo intimadas a prestar testemunho, e será identificada a quantidade de pessoas, o valor das doações para que seja verificado o quanto foi doado, e a diferença entre o arrecadado e o que a vítima recebeu”, esclareceu o profissional.
Foto: (Reprodução)



