
PESQUISA MOSTRA QUE 20% MENOS DE SOTEROPOLITANOS VÃO PRESENTEAR SUAS MÃES NO PROXIMO DOMINGO
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Segundo números de uma pesquisa online realizada pela Pollis Estratégia em parceria com a faculdade Unijorge, o número de soteropolitanos que vão presentear suas mães no próximo domingo vai desabar 20% na confrontação com 2022.
As famílias também vão evitar as saídas para comemorar a data em Salvador. Se no último Dia das Mães mais da metade (51%) disse que iria festejar na rua, neste ano somente 11% vão comemorar fora de morada.
Mesmo com o cenário menos favorável do que o ano pretérito, a maioria dos moradores da capital baiana não abre mão de presentear as mamães. O valor médio gasto deve ser de R$ 170 – R$ 5 a menos do que na última sondagem. Os resultados apontam que os presentes mais vendidos são: roupas (29%), cosméticos e perfumaria (18%), utensílios domésticos (15%) e sapatos (9%). Um dos fatores que ajuda a entender o comportamento dos consumidores é o contexto da pandemia. Em abril do ano pretérito, pouco antes do Dia das Mães, a Prefeitura de Salvador e o Governo do Estado desobrigaram o uso de máscaras em ambientes fechados. Para Caroena Alves, estatística da Pollis Estratégica, a medida fez com que muitas famílias aproveitassem o momento para comemorar fora de morada.
Se dentro do conforto dos shoppings centers da capital o cenário é favorável para as vendas, no maior núcleo de negócio de rua de Salvador, a Avenida Sete, comerciantes sentem a subtracção da clientela. Não é sigilo que os brasileiros têm o hábito de comprar presentes em cima da hora, mas, ou por outra, outro fator contribui para as ruas menos movimentadas: a instabilidade. “O movimento está muito fraco e as pessoas estão comprando porque os shoppings estão cheios. A violência por cá afasta os clientes, que, às vezes, preferem remunerar mais custoso e ter a segurança do shopping”, diz Elma Mascarenhas, que vende sandálias na Avenida Sete há três anos, Em entrevista ao Jornal Correio.
A Secretaria de Segurança Pública foi questionada sobre as ações tomadas para prometer a segurança na região, mas não deu retorno até a finalização desta reportagem. O clima pluvial também afasta os clientes, uma vez que lembra o gerente da loja BLZ Cosméticos e Perfumaria, Davi Magalhães. “Salvador você sabe uma vez que é, né? Se chove, todo mundo se tranca em morada e não sai para rua”, comenta.
Nascente: Jornal Correio
Foto: ((Foto: Ana Lucia Albuquerque/CORREIO))



