
PGR pede inquérito contra dirigentes do Google e do Telegram
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A Procuradoria-Universal da República (PGR) pediu nesta quinta-feira (10) ao Supremo Tribunal Federalista (STF) a início de interrogatório para apurar a conduta de dirigentes do Google e do Telegram em relação ao projeto de lei (PL) para combater a desinformação nas redes sociais.
A medida foi tomada depois o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), acionar a procuradoria e solicitar a investigação. Para Lira, as redes sociais têm feito “contundente a abusiva” ação contra o projeto, que está em tramitação na Mansão.
Segundo o presidente, as empresas que operam as redes sociais utilizam “campanha de desinformação” e provocam a sobrecarga nos sistemas de tecnologia da informação da Câmara ao fomentar que os usuários pressionem os deputados por meio de link que remete ao portal da Mansão na internet.
Ontem (10), o ministro Alexandre de Moraes mandou o Telegram extinguir uma mensagem enviada aos usuários da plataforma contra à aprovação do projeto de lei.
Na mensagem em volume disparada na terça-feira, o Telegram Brasil alega que o projeto de lei representa “um ataque à democracia”. Segundo a plataforma, o PL “concede poderes de exprobação” ao governo federalista e cria um sistema de vigilância permanente que “matará a Internet moderna”, se o projeto for ratificado pelo Congresso Pátrio.



