Cultura

Funceb promove roda de conversa sobre Circulações Literárias na Bienal do Livro Bahia 2024

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Nesta conversa, artistas da vocábulo vão apresentar suas publicações, tratar de temas porquê distribuição de seus livros e a circulação no estado, principalmente através de suas propostas contempladas na categoria Circulações Literárias Decoloniais, do Edital Diálogos Artísticos da Funceb, em 2023.

Na oportunidade, o agora edital Circulações Literárias da Bahia, será lançado pela Funceb porquê um torneio independente do que o originou. Confira mais sobre os participantes:

Lorena Ribeiro

Soteropolitana, graduada em Letras Vernáculas pela Universidade do Estado da Bahia e mestra em Língua e Cultura pela Universidade Federalista da Bahia. Escritora, produz poesias, contos e literatura infantil. É idealizadora do projeto Passos entre Linhas e Lendo a Bahia. Lorena tem publicado o livro infantil “O risonho glossário da Jana”, e faz segmento de antologias de poesias e contos. Está lançando em 2024 o seu primeiro livro artesanal de trova: Talismã. É possível encontrar mais informações sobre a artista em: http://www.eulorenaribeiro.com.

Publicação: “O risonho glossário da Jana” narrativa de Lorena Ribeiro, ilustrada por Quezia Silveira, e lançada inicialmente de maneira independente, em 2020, conta a história da Janaína, uma criativa moçoila de sete anos, que descobriu com a pró Gleice que é possível gerar uma lista para dar significado às palavras.

A história é narrada pela própria personagem, numa conversa com leitores, promovendo interação com a obra, que foi publicada em versão bilíngue (português e inglês, com tradução de Clara Elisabeth) no ano de 2023, pela Editora Segundo Selo.

Lorena convida as crianças a refletirem sobre ancestralidade, coletividade, sentimentos e emoções, além de incitar a curiosidade sobre formação de palavras e seus diversos significados, auxiliando no processo de aprendizagem, de maneira lúdica.

Rabino Jorge Bafafé

Diretor da Federação de Samba Duro Junino do Estado da Bahia, rabino da cultura, músico percursionista e compositor. Foi um dos fundadores do Afoxé Badauê, participou do Araketu e criou, em 1982, o conjunto Okonbi.

Publicação: Livreto Samba Duro Junino do Talento Velho de Brotas: salvaguarda da Cultura do Samba Duro Junino que, tudo mais é, que uma mistura de samba de roda com samba de mestiço uma manifestação popular ascendente nascida em 1972, no terreiro de Jagum, seio da Família Bafafé. “dona da lar vai lá pra cozinha, vai ver o gavião tah comendo a penosa. xô xô gavião, xô xô gavião”. Fazer leste livreto circundar é promover movimentos singelos de libertação existencial, pertencimento cultural e identitário.

Kátia Letícia

Rabino em Artes Cênicas pela Universidade Federalista da Bahia, há 17 anos atua no cenário cultural em múltiplas linguagens porquê atriz, encenadora, dramaturga, rabino de cerimônias, apresentadora, editora independente de livros e produtora cultural. É idealizadora do projeto literário Narrativas Subterrâneas. Entre 2020 e 2023 Kátia Letícia organizou, editou e revisou as obras “Almas Nuas em Carnes Duras”; “Ijobá – Memórias do Reino do Caçuá”; “Torne a dançar porquê as caçadoras; “Estrelas do Mar” todas adaptadas para o teatro, onde Kátia Letícia assina dramaturgia e encenação. É, ainda, uma das autoras da florilégio literária “Narrativas Negras e Insubmissas em Tempos de Isolamento Social”, da Andarilha Edições. No teatro, seus trabalhos mais recentes são os solos “Fio de Contas” e “Adeus”, que representaram o Brasil no Festival Internacional de Teatro do Atlântico, em Cabo Virente, nos anos de 2021 e 2022. Em 2023, em cooperação com a companhia de teatro caboverdiana Fladu Fla, assinou a dramaturgia da peça “Contra Mar e Vento”, que está em período de montagem pela Companhia, com estreia prevista para 2024. Ainda em 2022 Kátia Letícia recebeu o Prêmio Inspirar do Grupo Neoenergia, que reconhece iniciativas de relevância em arte e cultura em diversas partes do Brasil.

Publicações: “Almas nuas em carnes duras”; Ijobá – Memórias do Reino do Caçuá”, “Torne a dançar porquê as Caçadoras” e “Estrelas do Mar”, dando destaque a estes dois últimos, por recontar com a presença de duas das escritoras: Mestra Arline da comunidade de Parafuso/Camaçari e Elza B. Promanação, da comunidade do Uruguai/Salvador.
As obras foram escritas em contextos comunitários, retratando fragmentos biográficos de mulheres de periferias e quilombos, trazendo à tona reflexões importantes sobre a construção da memória, da identidade e estratégias de resistência da comunidade negra.

Serviço:

Funceb na Bienal do Livro da Bahia 2024 – Roda de Conversa sobre Circulações Literárias

Quando: 26 de abril de 2024, das 14h às 16h

Onde: Auditório do Governo (2º caminhar) – (Núcleo de Convenções Salvador – Av. Octávio Mangabeira, 5.490 – Boca do Rio)

Acesse à palestra: gratuito

Manadeira: Ascom/Funceb

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