Política

Após reforma tributária, governo faz esforço para votação de 3 textos

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Depois a aprovação da reforma tributária na Câmara dos Deputados, na madrugada desta sexta-feira (7), o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que o governo espera, ainda hoje, a votação de outros três textos prioritários: mudanças no Juízo Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), recriação do Programa de Obtenção de Vitualhas (PPA) e tórax fiscal.

Padilha esteve reunido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro da Herdade, Fernando Haddad, no Palácio da Alvorada, na manhã de hoje. Ao deixar a residência solene da Presidência, o ministro conversou com a prelo e afirmou que a tramitação da reforma foi um sucesso, com uma votação expressiva, fruto da “estratégica correta do governo de respeitar o trabalho que já vinha sendo feito pela Câmara” e de concordar as negociações dos temas.

Segundo o ministro, Lula e o presidente da Câmara, Arthur Lira, conversaram por telefone.

“O presidente Lula fez questão de vincular pela manhã cedo, fazer um congratulação institucional ao presidente da Câmara, do momento histórico que a Câmara dos Deputados viveu nessa viradela [da noite de votação]. O presidente Lula fez questão de, inclusive, elogiar o exposição feito pelo presidente Arthur Lira, que mostra que foi um momento de grandeza da Câmara dos Deputados.”

Para Padilha, a atuação do relator do texto, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), em incorporar itens que vem sendo discutido no Senado facilitará a tramitação do texto entre os senadores no segundo semestre.

Para hoje, Lira informou ao presidente Lula que os três temas prioritários do governo – Carf, PAA e tórax – estão na tarifa, e que o ritmo de votações será discutido com os líderes partidários.

“Nossa expectativa é de que os três pontos que estejam na tarifa possam ser votados, porque eles têm um papel muito importante [para consolidar a recuperação econômica do país]. Tem pacto do governo federalista em relação ao valor dos três pontos, tem pacto em relação ao texto apresentado no relatório do Carf, já tem pacto em relação ao PAA. Em relação ao texto do marco fiscal, o governo orientou favorável ao ótimo trabalho que foi feito na Câmara, quando foi votado na Câmara meses detrás, orientou favorável o trabalho final do Senado. Vamos discutir com os líderes da valor da aprovação desses três itens no dia de hoje”, disse.

Mudanças no governo

Padilha informou que tem uma reunião marcada para hoje com o presidente do União Brasil, Luciano Bivar, para tratar das indicações do partido e da troca do comando do Ministério do Turismo. A definição de data para essa mudança, entretanto, depende de conversas com outras lideranças do partido e deve intercorrer exclusivamente na semana que vem.

Nesta quinta-feira (6), o Planalto confirmou a saída da ministra do Turismo, Daniela Carneiro (União Brasil-RJ), do comando da pasta. A mudança vinha sendo especulada desde o mês pretérito.

O novo ministro do Turismo será o deputado federalista Celso Sabino (União Brasil-PA), indicação do partido, que vinha reivindicando a pasta posteriormente divergências internas com Daniela Carneiro, que chegou a anunciar a saída da legenda.

O União Brasil, partido com uma das maiores bancadas (59 parlamentares) na Câmara dos Deputados, indicou, durante o processo de montagem do governo, a ministra do Turismo, Daniela Carneiro; o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, próximo ao senador Davi Alcolumbre (União-AP); e o ministro das Comunicações, Juscelino Rebento, que veio da base do partido na Câmara.

O ministro Padilha destacou que o governo continua destapado a discutir a ingressão de outras forças políticas que queiram criar a “frente ampla” de suporte ao governo.

“Tem vários parlamentares que tem trazido nomes que estão em estudo dos ministérios, de formação nos cargos nos estados ou mesmo em cargos nacionais para contribuir no primeiro escalão do governo, para que a gente possa continuar a implementação desse programa [de governo] que está garantindo a recuperação econômica do país, o relacionamento com o mundo e a recriação de todos os programas sociais”, disse Padilha.

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