
Em São Bernardo, Lula reforça compromisso com geração de tarefa e redução das desigualdades — Planalto
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» Íntegra do oração do presidente Lula
“Nós precisamos restabelecer o Brasil. Cuidar de geração de tarefa e voltar a fazer com que a volume salarial cresça e o salário mínimo aumente todo ano supra da inflação, de pacto com o incremento do PIB”, afirmou, ao lado de ministros, de sindicalistas e da primeira-dama, Janja Lula da Silva. Levante ano, o salário mínimo teve o primeiro aumento real em seis anos e a proposta de política de valorização anual dos salários, com base na variação do PIB e da inflação, já foi enviada em maio para opinião do Congresso.
As medidas econômicas adotadas em sua gestão já têm contribuído, segundo o presidente, para a queda no preço de itens importantes no cotidiano do brasílico. “Vocês perceberam que a comida está baixando. Vocês perceberam que a músculos está baixando. E vocês perceberam que a gente vai voltar a poder comprar mais, a consumir um pouco mais, pois é para isso que a gente nasce. A gente nasce não é para tolerar. Nós precisamos melhorar a vida das pessoas e a vida das pessoas se melhora com tarefa e salário de qualidade”, afirmou.
MULHERES – A uma plateia de sindicalistas e convidados, Lula lembrou que sancionou a Lei nº 14.611, que determina paridade salarial entre homens e mulheres, no início do mês. “A mulher não quer ser mais tratada uma vez que se fosse cidadã de segunda categoria. A mulher tem que ser tratada uma vez que sujeito da história e está onde quiser e faz o que quiser e participa do que quiser. É esse mundo que nós queremos erigir”, disse.
DESIGUALDADE – O presidente Lula reafirmou, ainda, que pretende encetar uma campanha mundial contra a desigualdade no mundo, e que já conversou com isso inclusive com o Papa Francisco, com quem esteve recentemente, no Vaticano.
“É necessário rematar com a desigualdade no mundo. Desigualdade racial, de gênero, de salário, de roupa, de ensino, de saúde. Nós nascemos e temos o direto de viver nossa vida dignamente e decentemente. E é isso que quero prometer para vocês, acreditem. Esse país vai voltar a ser o país do paixão, da esperança. E não pais do ódio e da peta”, afirmou.
SEGURANÇA ALIMENTAR – Lula abordou também o compromisso de trabalhar para reduzir os números alarmantes de pessoas que estão em instabilidade nutrir no Brasil e no mundo.
“Não tem explicação você ter 735 milhões de seres humanos passando lazeira no mundo. Não tem explicação que esse país tenha 33 milhões de pessoas passando lazeira. Um país que acaba de fustigar recorde na produção de grãos, o país que é o primeiro produtor de músculos do mundo. Por que a gente tem que ver as pessoas nas filas do osso? O meu compromisso não é com os banqueiros, não é com os empresários. O meu compromisso é com o povo trabalhador”, afirmou.
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| O evento terminou com o um show da cantora Maria Rita, escoltado pelo presidente, por ministros, por sindicalistas e pela primeira-dama, Janja Lula. Foto: Ricardo Stuckert / PR |
MOVIMENTO SINDICAL – Para o público presente, Lula ressaltou a força do movimento sindical, que ajudou a derrotar o regime militar, a solidificar direitos trabalhistas e a fabricar um partido político.
“Sindicatos uma vez que o dos metalúrgicos do ABC, dos bancários do ABC, junto com metalúrgicos de outras cidades são, na verdade, os que simbolizam a luta histórica neste país: são os sindicatos que fizeram as primeiras greves, ajudaram a derrotar o regime militar, e são aos sindicatos que ajudaram a fabricar um partido político e fazer alguma coisa impossível até portanto: fazer um metalúrgico saído daqui ser presidente da República”, disse. O evento festivo em São Bernardo do Campo terminou com um show da cantora Maria Rita, que também foi escoltado pelo presidente.
Moisés Selerges será o 14º presidente a comandar a entidade. Lula foi o presidente em 1975 e 1978. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista foi criado em 1933. Em 1959, com a instalação da indústria automobilística na região, a entidade se desmembrou, dando lugar ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, que atuou uma vez que organização-irmã do originário Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André, até a reunificação em 1993.




