
EMBASA RECUPERA INTERCEPTOR DE ESGOTO NA AV. SAN MARTIN, EM SALVADOR
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De acordo com a diretora de operações da região metropolitana, Manuella Andrade, uma das grandes preocupações da Embasa são os impactos que uma obra desse porte pode gerar no dia a dia da população. Por isso, a empresa está utilizando um método não destrutivo de tecnologia alemã pelo qual a tubulação a ser recuperada é revestida internamente, criando uma nova tubulação, com o mínimo de escavações e menor impacto no trânsito.
Para não interromper o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário da região durante a obra, a empresa está desviando o fluxo de esgoto por meio de tubulações provisórias. “O método de revestimento interno permite que não sejam necessárias grandes escavações, como ocorre no método convencional com a substituição da tubulação, ou seja, os impactos são minimizados. Na utilização das tubulações provisórias, as valas são de baixa profundidade, o que possibilita um reaterro, compactação e repavimentação mais rápidos, tornando a obra mais limpa e eficiente”, explica Fabrício Vieira, gerente do setor de Elevatórias e Transporte de Esgoto da Embasa.
O trabalho de escavação para assentamento da tubulação provisória é realizado no período noturno, bem como o reaterro e a colocação do solo brita, evitando transtornos no trânsito da avenida. Durante o dia, os operários realizam a manutenção da pavimentação em solo brita até a colocação do asfalto. Fabrício destaca que a obra possui orientador de trânsito credenciado, placas de sinalização e velocidade durante todo o dia e noite, além de Painéis de Mensagem Variáveis (PMV), em alinhamento com a Transalvador. Também foi necessária a execução de uma lombada provisória que segue as normativas de trânsito.
Foto: Divulgação / Ascom



