
Delação de Élcio de Queiroz começou no presídio federalista de Brasília
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Fontes ouvidas pela CNN com aproximação à investigação detalham que as conversas dos policiais com Queiroz começaram no momento em que ele chegou ao Sistema Penitenciário Federalista (SPF) até que, de vestuário, aceitasse um pacto. Os diálogos começaram pela equipe de lucidez do SPF.
As ações de lucidez no presídio têm ações de vigilância e entrevistas, por exemplo, segundo os relatos apurados pela reportagem. A delação foi feita com esteio da Polícia Federalista (PF), do Ministério Público Federalista (MPF) e homologada pelo Judiciário com permissão da resguardo do criminado.
Na delação, Élcio Queiroz confirmou participação no delito, apontou o policial reformado Ronnie Lessa uma vez que executor e acusou, também, o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, espargido uma vez que Suel, uma vez que o responsável por fazer ‘campana’ e seguir os passos de Marielle, além de levar o coche usado no delito para um desmanche.
“O senhor Élcio fez uma delação premiada, essa delação foi homologada e resultou na operação de hoje. Ele revelou a participação de um terceiro individuo [o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa] e confirmou a participação dele próprio, do Ronnie Lessa e outras pessoas uma vez que copartícipes”, disse o ministro Flávio Dino, em coletiva de prensa.
Dino concedeu entrevista coletiva ao lado de Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, e de Renato Vaz, diretor do Sistema Penitenciário Federalista, órgão do Ministério da Justiça que entrou para colaborar no caso pela primeira vez desde a preâmbulo do sindicância.
“A delação [de Élcio] é a epílogo das provas já colhidas anteriormente e é o início de uma novidade produção probatória que foi deflagrada hoje. Os alvos dos mandados de procura e consumição estão relacionados à delação”, acrescentou Dino.
FOTOS – O caso Marielle Franco
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1 de 8 Socióloga e rabino em Gestão Pública, Marielle Franco era vereadora do Rio de Janeiro. Ela foi assassinada em 14 de março de 2018 em um atentado ao coche onde ela estava; 13 tiros atingiram o veículo
Crédito: Reprodução/Instagram -

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Anderson Gomes, motorista do coche que levava Marielle, também morreu no atentado
Crédito: Reprodução/Facebook -

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Ronnie Lessa e Élcio Queiroz são os acusados do assassínio de Marielle Franco e Anderson Gomes
Crédito: Foto: Tomaz Silva/ Sucursal Brasil -

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A Justiça brasileira segue na procura pelos mandantes do assassínio da vereadora
Crédito: Reprodução/Instagram -

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Uma estátua de Marielle Franco foi inaugurada na Rossio Mário Lago, no meio da capital fluminense
Crédito: Divulgação/Instituição Marielle Franco -

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Marielle era presidente da Percentagem da Mulher na Câmara; segundo o Instituto Marielle Franco, ela iniciou sua militância em direitos humanos em seguida ingressar no pré-vestibular comunitário e perder uma amiga, vítima de projéctil perdida, num troada entre policiais e traficantes no Multíplice da Maré
Crédito: Reprodução/Instagram -

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A mana de Marielle, Anielle Franco, é ministra da Paridade Racional do Brasil do governo Lula
Crédito: Reprodução/Instagram -

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Marielle Franco era casada com a também vereadora Monica Benicio
Crédito: Reprodução/Instagram
Uma vez que resultado da delação, junto a outras provas levantadas na investigação, a PF prendeu, na manhã desta segunda-feira (24), o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa. Ele é suspeito de ter levado armas do apartamento de Ronnie Lessa e guardado.
Segundo apuração da CNN, a PF descobriu que Maxwell fazia “campana” seguindo os passos de Marielle. Ele ainda teria levado o coche utilizado na noite do delito para um desmanche. O responsável pelo desmonte do veículo foi meta de procura e consumição.
Publicado uma vez que Suel, o ex-bombeiro já havia sido recluso em junho de 2020 e cumpria prisão domiciliar. À quadra, ele teria ajudado a esconder armas de Ronnie Lessa, entre elas, a que foi usada na emboscada contra a vereadora e o motorista.



