
Turismo rural é alternativa econômica para pequenas propriedades
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O turismo rústico é escolha econômica e projeto do Ministério do Turismo amplia em 37% a presença de turistas em roteiros turísticos do campo; saiba mais
Entre os roteiros turísticos participantes, todos passaram a receber viajantes, ampliando em 37% o número de turistas que visitam com frequência ou sempre os destinos, passando de 55% antes da participação no projeto para 75%.
Aliás, o turismo é um importante indutor do desenvolvimento sustentável em comunidades rurais do país. É o que revelou uma pesquisa realizada com empreendedores do campo que participaram de projeto do Ministério do Turismo (MTur).
A ministra do Turismo, Daniela Carneiro, ampliou o alcance do projeto Experiências do Brasil Rústico, que passa a ser chamado de Experiências do Brasil Original. Abrangendo também comunidades tradicionais do país, diante da capacidade do turismo de variar a renda e estimular o desenvolvimento econômico e sustentável na atividade rústico.
“Vamos estribar e promover o turismo de experiências em comunidades tradicionais do país, alcançando trabalhadores da cultivação familiar, em peculiar as mulheres, e aqueles que vivem em áreas indígenas e quilombolas. O nosso objetivo é transformar realidades por meio do turismo”, explicou a ministra do Turismo.
“Queremos oferecer oportunidade de propagação e uma escolha de renda a essas pessoas, gerando empregos e desenvolvimento social e econômico a partir da atividade turística”, complementou.
Turismo rústico é escolha econômica e novos roteiros estão em seleção
Atualmente, está em curso o processo de seleção de novos roteiros, sendo dois em áreas indígenas e dois em comunidades quilombolas.
Inclusive, o novo formato do projeto procura prometer mais proteção à vida e à distinção, principalmente, das mulheres. Isso porque a maior secção dos empreendedores e agricultores que participaram dos projetos, nas duas edições já realizadas, eram mulheres. Sendo 56% na primeira edição e 55% na segunda edição.
Em sua novidade versão, ganha o pedestal ainda dos ministérios dos Povos Indígenas e da Paridade Racial, além da instituição Sociedade Alemã para Cooperação Internacional (GIZ).
Reformulado, o objetivo é preservar culturas e tradições e, ao mesmo tempo, estruturar roteiros turísticos. Com ações que vão desde a capacitação até a promoção de serviços e produtos. A ação também conta com o pedestal do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Lavradio Familiar e da Universidade Federalista Fluminense (UFF).
Veja outros dados do estudo
Os roteiros foram orientados e implementaram maior variedade de experiências e serviços porquê opção para turistas. Ao todo, 41,6% dos roteiros apontaram maior visibilidade depois a participação no projeto, muito porquê passaram a realizar investimento na divulgação e marketing do dedo.
Entre as melhorias apontadas nos locais que participaram do projeto estão a ampliação da sinalização turística. Inclusive, com pedestal de mapas e ações de facilitação do deslocamento.
Aliás, 67% alegaram ter ampliado as vendas dos produtos diretamente para turistas em visitante a propriedade. Sete em cada dez empreendimentos e propriedades da cultivação familiar também informaram que o conhecimento adquirido os deixaram mais preparados para atuar no turismo rústico.
Os roteiros turísticos selecionados foram acompanhados pela equipe técnica do projeto em atividades de diagnóstico, capacitação e mentorias. Além de oficinas para formatação de experiências turísticas memoráveis, muito porquê validação e pedestal à comercialização.
Nas duas edições do Projeto, participaram 14 roteiros de turismo rústico, que envolveram empreendimentos em mais de 40 cidades brasileiras em nove unidades da federação.
EDIÇÃO DO DT (CF) com MTur.



