
CCZ realiza mais uma abertura de imóvel abandonado para inibir proliferação do Aedes aegypti na capital
[ad_1]
A atividade foi realizada por agentes de combate às endemias no Caminho das Árvores, com espeque de um chaveiro e em parceria com a Guarda Social Municipal. O imóvel foi lhano posteriormente o cumprimento de alguns critérios, uma vez que a tentativa frustrada de localização dos proprietários por três vezes alternadas. A ação está respaldada na Lei Federalista 13.301, que dispõe sobre a adoção de medidas de vigilância quando verificada situação de iminente risco à saúde pública pela presença do mosquito transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zika”.
O imóvel trabalhado apresentava condições propícias à reprodução do Aedes uma vez que estrutura sem manutenção, piscina sem tratamento e invenção, telhados quebrados, calhas entupidas e recipientes espalhados por todo a estrutura. “Apesar dos esforços de controle e prevenção, essas estruturas acabam representando um risco invisível para toda a comunidade. A falta de manutenção oferece condições para o acúmulo de chuva paragem, criadouros perfeitos para o Aedes. Uma fêmea do mosquito pode depositar seus ovos em diversos recipientes dentro de um único imóvel, resultando em centenas de novos mosquitos. Com o passar do tempo, esses mosquitos vão em procura de outros locais para se cevar, ampliando o alcance da infestação e colocando em risco um número ainda maior de pessoas”, detalhou Ana Paula.
Neste ano, o CCZ já catalogou 15 imóveis fechados e/ou abandonados em Salvador. Desses, 13 proprietários se apresentaram junto ao órgão permitindo a ingresso dos agentes de endemias e realização das atividades de inspeção e eliminação de focos. O trabalho de mapeamento continua sendo realizado pela SMS, muito uma vez que denúncias também podem ser feitas pela população através do Fala Salvador, telefone 156.
“A conscientização da população também é crucial para a prevenção e o controle efetivo das arbovirores. É fundamental que governos e a sociedade unam esforços para enfrentar esse problema de saúde pública. Medidas uma vez que manutenção preventiva e a limpeza periódica de suas casas são essenciais para interromper o ciclo de reprodução do mosquito Aedes aegypti”, finalizou a secretária municipal de Saúde.
CASOS NOTIFICADOS DE ARBOVIROSES
Sobre o aumento da notificação dos casos de arbovirores em Salvador, a Secretaria Municipal da Saúde esclarece que a Dengue, Chikungunya e Zika são doenças consideradas de relevância epidemiológica e demandam ações intersetoriais e interinstitucionais, para além do contextura da atenção à saúde no SUS. Com a circulação concomitante dos três vírus desde 2014, que tem o mosquito Aedes aegypti uma vez que vetor generalidade implicado no ciclo de transmissão, o cenário tornou-se provocador e demandou respostas rápidas de enfrentamento.
Assim, considerando as implicações na saúde da população, todos os casos suspeitos passaram a ser compulsoriamente notificados no Brasil, o que desencadeou o aumento do número de casos prováveis em relação ao ano anterior. O objetivo da notificação compulsória, mesmo sem confirmação laboratorial das doenças, é oferecer informações para planejamento e organização assistencial, tomada de decisões e implantação em tempo oportuno de medidas de controle.
“Leste aumento não quer manifestar que sejam casos instalados. A partir desta novidade normatização do Ministério da Saúde passamos a notificar todo caso suspeito, o que justifica esse aumento. Nosso trabalho é identificar com rapidez as áreas com maior registro, localizar efetivamente qualquer caso confirmado e fazer as atividades de inspeção e eliminação de criadouros. Mas também temos o obrigação de fazer esse alerta social para conscientizar a população sobre a influência de atuarmos juntos. Estamos trabalhando, nossos agentes estão atuando nas ruas e de moradia em moradia, mas para maior efetividade é importante a união de todos”, esclareceu a secretária Ana Paula Matos.
FOTOS: Adam Vidal e ASCOM.



