
O que esperar das oitavas de final da Despensa do Mundo feminina de 2023? Veja os confrontos
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Com o término da período de grupos da Despensa do Mundo feminina de 2023, as 16 seleções que participarão das oitavas de final já estão definidas, e com duas ausências sentidas, o Brasil e a Alemanha. São equipes classificadas são: Suíça, Noruega, Austrália, Nigéria, Japão, Espanha, Inglaterra, Dinamarca, Holanda, Estados Unidos, França, Jamaica, Suécia, África do Sul, Colômbia e Marrocos. As oitavas começam neste sábado, dia 05, às 2h (de Brasília) com a partida entre Suíça e Espanha. Quer saber o que esperar da próxima período do Mundial? O Estadão detalha os próximos confrontos da competição. Se liga na tábua.
Suíça x Espanha
Com dois empates e uma vitória, a Suíça se classificou em primeiro lugar do Grupo A com exclusivamente cinco pontos. Ao todo, a equipe marcou dois gols em três jogos, mas tem em sua resguardo a principal arma para sonhar com uma vaga nas quartas de final — a seleção ainda não tomou gols na Despensa do Mundo.
Do outro lado, a Espanha ficou em segundo lugar do Grupo C. O time de Alexia Putellas encantou o mundo em suas duas primeiras partidas, goleando Zâmbia e Costa Rica. Na última rodada, no entanto, as europeias levaram 4 a 0 da seleção japonesa. Em um jogo que deve colocar o ataque espanhol contra a resguardo suíça, o nepotismo recaí sobre as espanholas. Mas a Suíça já provou que é capaz de amarrar um jogo e, no contra-ataque ou nos pênaltis, vencer a partida.
Holanda x África do Sul
Em seguida uma goleada de 7 a 0 contra o Vietnã, a Holanda chega as oitavas uma vez que favorita. Líder do Grupo E, as holandesas têm o segundo melhor ataque da competição e são as atuais vice-campeãs do torneio. A geração que amargou uma rota para os EUA em 2019 encara o Mundial de 2023 uma vez que uma chance de resgate.
Já a África do Sul, segunda colocada do Grupo G, chega para a período de mata-mata de uma Despensa do Mundo pela primeira vez em sua história. A classificação, no entanto, veio com sofrimento. O jogo contra a Itália, que definiu a vaga para as oitavas, foi marcado por viradas, empates e um gol salvador nos acréscimos.
Japão x Noruega
Com o melhor ataque, a melhor resguardo e uma campanha perfeita na período de grupos, o Japão vem com tudo para o mata-mata. Campeãs mundiais em 2011, a atual geração japonesa quer repetir a ração e lucrar novamente o torneio.
Para isso, conta com um time entrosado desde as categorias de base e uma adaptabilidade em seu projecto de jogo. As asiáticas sabem jogar com a posse de globo, ou sem ela, de maneira também confortável. Atuando dessa forma, golearam em todas as partidas da período de grupo.
A Noruega, por sua vez, chega com moral depois goleada contra Filipinas na terceira rodada. As norueguesas empataram com a Suíça, que se classificou em primeiro do Grupo A, e venceram a anfitriã Novidade Zelândia pelo placar mínimo.
Suécia x Estados Unidos
Dona de uma campanha perfeita na primeira período, com recta ao segundo melhor ataque da competição, a Suécia foi a líder do Grupo G. Uma goleada contra a Itália e uma vitória persuasivo contra a Argentina credenciam o time europeu para as quartas de final. O único problema? A adversária delas é a atual bicampeã do torneio.
Os EUA já viram dias melhores. Se antes a seleção era considerada imbatível, o Mundial de 2023 mostrou que a equipe de Rapinoe e Morgan já não é mais tudo isso. Com a pior campanha de sua história, as americanas sofreram para se qualificar e quase pararam em Portugal. O mata-mata, no entanto, oferece uma novidade chance para a geração mais vencedora do país provar que todos os seus críticos estão errados.
Inglaterra x Nigéria
A Inglaterra confirmou seu nepotismo no Grupo D e se classificou em primeiro lugar com uma campanha perfeita. Uma das mais cotadas para lucrar o torneio, as europeias apresentaram um bom futebol até o momento. Se as duas primeiras vitórias foram conquistadas com um placar mínimo, as inglesas golearam a China na terceira rodada e querem trazer o futebol de volta para vivenda.
Sem não ter ficado fora de uma edição de Despensa do Mundo, a Nigéria fez bonito e garantiu sua classificação para as oitavas. Com dois empates e uma viradela incrível contra a Austrália, o time africano foi a única equipe do Grupo B a não ser derrotada.
Colômbia x Jamaica
Única seleção sul-americana ainda disputando a Despensa do Mundo, a Colômbia entra em campo nas oitavas com crédito. Apesar da rota para Marrocos na última rodada da período de grupos, as colombianas apresentaram um bom futebol e contam com uma das estrelas do torneio: Linda Caicedo, de exclusivamente 18 anos.
Já a Jamaica surpreendeu o mundo ao empatar com França e Brasil e se qualificar em segundo lugar do Grupo F, eliminando a seleção brasileira no processo. Com uma resguardo firme, as jamaicanas não levaram gol até o presente momento da competição. No ataque, a esperança é que a velocidade de Bunny Shaw seja o suficiente para surpreender as colombianas.
Austrália x Dinamarca
Mesmo sem sua principal jogadora, a Austrália se apoiou em sua torcida e liderou o Grupo B. Se Sam Kerr, que ficou no banco durante toda a período de grupos, não pode ajudar as Matildas, a anfitriã contou com o esteio lugar para golear o Canadá e testificar a vaga para as oitavas na terceira rodada. Com o retorno da jogadora do Chelsea e o incentivo de jogar em vivenda, as australianas sonham com o título inédito.
Em seguida 28 anos, a Dinamarca está de volta a um mata-mata de Despensa do Mundo. As europeias confirmaram o status de segunda força do Grupo D e venceram com facilidade Haiti e China, perdendo exclusivamente para a favorita Inglaterra por 1 a 0. Agora, o objetivo é vencer a Austrália e tentar superar a melhor campanha do país em um Mundial, quando ficou em sexto lugar em 1995.
França x Marrocos
Em um repeteco da semifinal da Despensa do Mundo masculina de 2022, França e Marrocos se enfrentam nas oitavas de final. A equipe europeia tomou um susto quando, logo no primeiro jogo, empatou com a Jamaica. Vinda de um cenário conturbado depois a destituição da treinadora Corinne Diacre há seis meses do início do torneio, as francesas reencontraram o prumo contra o Brasil e golearam o Panamá para prometer a liderança do Grupo F.
Do outro lado da chave, a seleção marroquina começou o torneio com o pé esquerdo. As africanas sofreram uma dolorosa goleada de 6 a 0 aplicada pela Alemanha. Elas, no entanto, se reergueram e bateram a Coreia do Sul e a Colômbia pelo placar mínimo. O predilecto pode até ser gaulês, mas as marroquinas já mostraram que não podem ser subestimadas.



