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A morte de Amy Winehouse, um dos grandes talentos da música

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Entre os talentos da música que nos deixaram muito cedo, está Amy Winehouse. A cantora britânica foi um dos destaques do chamado neo soul, também agregando influências de R&B e jazz. Dona de voz inconfundível, partiu de forma trágica em 23 de julho de 2011, tendo sido encontrada já sem vida em seu apartamento em Londres.

Por mais que fosse dona de um grande talento e admirada por muita gente, a artista também ficou marcada por seus problemas com drogas e álcool, saúde mental instável e alguns comportamentos questionáveis, o que gerou uma enorme atenção dos paparazzi e da mídia. Estas questões tiveram uma influência muito grande em sua morte prematura e chocante.

Vícios posteriormente “Back to Black”

A vida de Amy Winehouse começou a mudar pouco tempo posteriormente o lançamento de “Back to Black”, seu segundo e bem-sucedido álbum, lançado em 2006. O disco teve uma vez que inspiração seu logo namorado, Blake Fielder-Social, com quem se casou no ano seguinte.

A pressão causada pela nomeada, que cresceu por conta do álbum, e da influência negativa de Fielder-Social em sua vida fizeram a vida privado da artista transpor do controle. Por conta do marido, Winehouse passou a fazer uso de drogas mais pesadas, uma vez que heroína, e exagerar no consumo de álcool.

Quem já confirmou que a cantora virou outra pessoa posteriormente saber Fielder-Social foi Nick Godwyn, seu primeiro empresário.

“Amy mudou da noite para o dia posteriormente saber Blake. Ela parecia completamente dissemelhante. Sua personalidade ficou mais distante e me pareceu que ela estava afundada nas drogas. Quando eu a conheci, ela fumava maconha, mas acreditava que as pessoas que usavam drogas mais pesadas eram estúpidas. Ela costumava rir delas.”

O próprio Blake admitiu que introduziu Amy a drogas mais pesadas e que as coisas começaram a transpor do controle justamente posteriormente o lançamento de “Back to Black”. A cantora também acabou se afastando de pessoas mais próximas dela durante a união.

Outras duas pessoas também teriam influenciado negativamente Amy Winehouse durante esse período turbulento. O primeiro foi seu segundo empresário, Raye Cosbert, que ficou publicado por pressioná-la a se apresentar e pouco se importar com a tumultuada vida pessoal da cantora.

O segundo foi o próprio pai da artista, Mitch Winehouse. Ele havia assumido a secção administrativa e financeira da curso da filha posteriormente ficarem afastados por um tempo. No entanto, Mitch desencorajou Amy de procurar tratamento para sua sujeição de drogas e álcool justamente no momento em que a filha mais precisava de ajuda.

Se não bastasse esse vício em drogas e álcool, Amy Winehouse também sofria de outros problemas de saúde, uma vez que enfisema, depressão e bulimia.

Amy Winehouse tenta dar a volta por cima

Em 2009, Amy Winehouse e Blake Fielder-Social se separaram. Ele, inclusive, passou alguns meses recluso, já na reta final, por conta de uma agressão. Livre da influência negativa do agora ex-marido, a cantora tentou dar a volta por cima e até conseguiu ser produtiva por qualquer tempo.

Ela, por exemplo, trabalhou junto de Tony Bennett, uma das grandes influências de sua curso, na cantiga “Body and Soul” – que fez secção do álbum “Duets II”, do artista. Ela também pensava em fazer um novo trabalho junto de Mark Ronson, com quem gravou o cover de “Valerie”, da orquestra The Zutons, em 2007.

Aliás, a cantora tinha projetos engatilhados com vários artistas, uma vez que Amir Thompson, Mos Def, Raphael Saadiq e Remi. Ela também estava voltando a entrar em contato com Salaam Remi, um dos produtores de “Back to Black”, para produzir seu terceiro álbum de estúdio e vinha compondo novas canções. 

Do ponto de vista pessoal, a artista tentou retomar o contato com pessoas mais próximas, posteriormente se distanciar delas durante seu matrimónio. Winehouse também engatou novos relacionamentos, com destaque para seu namoro com o roteirista e diretor de filmes Reg Traviss, que foi seu parceiro até sua morte.

O desastroso último show de Amy Winehouse

No entanto, por mais estivesse determinada a dar a volta por cima, Amy Winehouse ainda era atormentada por seus vícios, principalmente o uso censurável de álcool. O problema começou a afetar seu desempenho nos palcos no ano final de sua vida.

O ponto ordinário veio um mês antes da morte da artista. Raye Cosbert e Mitch Winehouse agendaram para Amy uma turnê de 12 shows durante o início do verão europeu, apesar do apelo de amigos de que ela não estava muito muito para se apresentar. 

A primeira apresentação foi agendada para Belgrado, capital da Sérvia, em 18 de junho de 2011. No entanto, ela foi um verdadeiro sinistro.

Durante o show, Amy Winehouse estava visivelmente embriagada. Uma vez que consequência, ela esquecia os versos de suas canções, não conseguia lembrar os nomes dos integrantes de sua orquestra e também não sabia em qual cidade estava se apresentando. 

Amy também pediu diversas vezes para Zalon Thompson, sua backing vocal, ajudá-la a lembrar das letras das músicas. Em alguns momentos, a artista de base teve de assumir a apresentação no lugar da principal.

Não demorou para o público, insatisfeito com o que estava presenciando, encetar a vaiar a cantora, que precisou segurar as lágrimas e estava claramente chateada com a situação. A apresentação durou somente 45 minutos.

Para o programa “Necropsia de Famosos”, do ducto Discovery, Troy Miller, que era o baterista da orquestra da cantora, resumiu, em poucas palavras, uma vez que foi o desastroso show.

“Foi um caos, não dava pra continuar. Foi uma grande taboca, foi devastador.”

Os dois shows seguintes da turnê foram cancelados. Dias depois, as demais apresentações também tiveram o mesmo tramontana. Infelizmente, essa seria a última vez que Amy Winehouse pisaria em um palco antes de sua prematura morte. 

Dias e horas finais de Amy Winehouse

Na noite anterior a sua morte, Amy Winehouse recebeu uma visitante de sua médica privado, Christina Romete. A profissional lembra que a cantora aparentava estar calma e demonstrava um sentimento de culpa, além de ter dito a ela: “não queria morrer”.

Durante a conversa, a artista também afirmou à médica que em 3 de julho, decidiu tentar permanecer sóbria, mas teve uma recaída no dia 20. 

Quem confirma esta informação é Andrew Morris, que era o segurança privado da cantora. Ele afirmou que justamente três dias antes da morte de Amy Winehouse, notou que ela estava visivelmente sob o efeito de álcool. Nos dias seguintes, disse que até a viu tomar, mas de forma moderada.

Posteriormente conversar com a médica, a cantora estava somente na companhia do próprio Morris em seu apartamento, no bairro londrino de Camden. Os dois ficaram acordados até às duas da manhã assistindo apresentações anteriores da cantora e escutando música. O segurança afirmou que ela estava rindo e parecia de muito com a vida na ocasião.

Quando eram 10h da manhã, Morris foi até o quarto de Winehouse e tentou, sem sucesso, acordá-la. No entanto, não se preocupou em um primeiro momento, consciente de que ela tinha o rotina de dormir até mais tarde.

No entanto, quando já passavam das três da tarde, Morris retornou e percebeu que Amy Winehouse continuava deitada na mesma posição de antes. Foi neste momento que o segurança notou que a cantora não respirava e estava sem pulso, o que o fez invocar uma ambulância.

“Ainda estava tudo quieto, o que pareceu estranho. Ela estava na mesma posição que de manhã. Chequei o pulso dela, mas não havia zero.”

Infelizmente, já era tarde demais: quando os paramédicos chegaram, constataram que Amy Winehouse já estava sem vida. Pouco tempo mais tarde, a polícia de Londres confirmou a informação.

As homenagens e o “Clube dos 27”

Simples, a morte de Amy Winehouse gerou uma enorme comoção em todo o planeta. A Universal Republic, selo da artista, emitiu uma nota de tarar, enquanto diversos músicos de renome, uma vez que Lady Gaga, Bruno Mars, Rihanna, Adele também fizeram suas homenagens.

O Green Day chegou a lançar a cantiga “Amy”, que fecha o álbum “¡Dos!”, uma vez que forma de homenagear a cantora. 

Por ter falecido com somente 27 anos, não demorou muito para o público e a mídia já incluírem Amy Winehouse no famoso “Clube dos 27”, reunindo outros artistas de renome que nos deixaram com a mesma idade, a exemplo de Janis Joplin, Jimi Hendrix, Brian Jones (Rolling Stones), Jim Morrison (The Doors) e Kurt Cobain (Nirvana).

O funeral da cantora ocorreu em 26 de julho, no Cemitério Edgwarebury Lane, em uma cerimônia com ritos judaicos – a família de Amy é de origem judia – e restrita somente para familiares e amigos próximos. A artista foi cremada e suas cinzas foram enterradas no mesmo lugar em 16 de setembro, ao lado do túmulo de sua avó.

Os pais da artista criaram a Instauração Amy Winehouse, destinada ao tratamento e prevenção de uso de drogas entre pessoas jovens.

A culpa da morte de Amy Winehouse

Em 26 de outubro de 2011, foi divulgado o questionário com a culpa da morte de Amy Winehouse. Segundo a polícia britânica, a cantora sofreu uma intoxicação alcoólica fortuito. Seu corpo continha 416 mg de álcool por 100 ml de sangue (0,416%), que é cinco vezes o limite para poder encaminhar no Reino Uno. 

Alex Winehouse, irmão mais velho de Amy, acredita que a bulimia sofrida pela mana foi a principal culpa de seu falecimento.

“Ela sofria terrivelmente com a bulimia. Isso não é uma revelação, já dava pra saber só de olhar pra ela. Ela acabaria morrendo eventualmente da maneira que estava indo e o que realmente a matou foi a bulimia. Acho que a deixou mais fraca e mais suscetível (a permanecer doente). Se não fosse esse transtorno nutrir, ela estaria fisicamente mais potente.”

Para o “Necropsia de Famosos”, o patologista judiciario Jason Payne-James acredita que outro fator não diagnosticado contribuiu para a morte da cantora.

Ao investigar o pretérito e alguns incidentes na vida da cantora, Payne-James afirmou que, para ele, Amy também sofria com o chamado Transtorno de Personalidade Borderline. Essa exigência faz com que seu portador tenha comportamentos impulsivos e perigosos que ocorrem recorrentemente, variações bruscas de humor, sentimentos de vazio e tédio, relacionamentos intensos e surtos de raiva – sintomas que a cantora demonstrou em várias ocasiões.

Para sustentar sua tese, Payne-James descobriu que Christina Romete, a médica da cantora, a levou, um ano antes de sua morte, para uma avaliação com um psiquiatra e um psicólogo. Os dois profissionais sugeriram que Amy Winehouse fizesse uma terapia comportamental dialética, usada para que pessoas saibam dominar e mourejar com emoções destrutivas.

Aliás, o patologista ainda afirmou que o indumento da artista ter se deitado de bruços na leito pode ter contribuído para sua morte.

“Deitar de ventre para ordinário pode comprometer a respiração, comprimindo o peito e, talvez, obstruindo a boca e o nariz. Se a Amy não estivesse nessa posição, possivelmente teria sobrevivido.”

Também para o documentário, a psicóloga Anjula Mutanda também acredita que o transtorno pode ter influenciado a morte, mas que a própria Amy Winehouse teve sua parcela de culpa por ter recusado, diversas vezes, fazer qualquer tipo de tratamento para seus problemas. 

“Eu acho crucial que essas pessoas tenham o base correto para mourejar com os sintomas, para que possam mourejar com um termo melhor do que esse. Mas o que é tão triste e trágico, no caso da Amy, é que ela não chegou a ter base, ela não buscou isso, ela não queria ajuda, e as coisas acabaram trágicas pra ela.”

*Texto com informações de: Wikipedia, The Guardian, Far Out, Diffuser, American Songwriter, Smooth Radio e Necropsia de Famosos.

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