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A entrega de valor com um ecossistema de instrução em tech

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COO da Alura descreve a trajetória que permitiu à empresa crescer e se variar, incluindo a geração do noção de student experience

A era da tecnologia, que vem ganhando uma aura de onipresença desde a transição da pandemia até as contínuas divulgações de novidades que vão do metaverso à IA generativa, tudo apontando para um horizonte ainda imprevisível, indica também um mar de oportunidades na superfície de ensino especializado para o segmento. É o caso do ecossistema construído em 19 anos pela Alura, que, nascendo com alguns alunos em tímidas salas de cursos presenciais na extinta Caelum, caminha, hoje, em modelos de ensino on-line e presencial de tecnologia e programação, para chegar em 1 milhão de usuários nas diferentes plataformas do grupo. Detalhando de que forma foi verosímil essa escalada com suas estratégias de empreendedorismo, Adriano Almeida, COO e cofundador da Alura, participou, hoje (24), da 742ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA.

Falando das origens da Alura, Adriano contou que tem a gênese da empresa está na Caelum, escola de tecnologia e programação de softwares, de cunho presencial, fundada em maio de 2004 pelos irmãos Paulo e Guilherme Silveira, em uma quadra que não se havia adquirido ainda o hábito de cursos de longa duração nessa superfície, em um envolvente ainda muito informal de troca de dicas por meio de fóruns de comunidades na internet. Mesmo crescendo com muitos desafios, nessa cultura a ser construída e já com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, os empreendedores se viram, em sete anos de atividades, diante do dilema de uma vez que escalar com mais abrangência e fluidez, ganhando uma amplitude pátrio. Até que, por volta de 2011, quando começavam a surgir cursos on-line, decidiram se reinventar, superando o receio de perder clientes com a transição do presencial – mesmo com as limitações ao incremento – para o ensino à intervalo, partindo da premissa que orienta muitos empreendedores, segundo a qual “é melhor a própria empresa se reinventar antes que os concorrentes ocupem esse espaço”.

Foi nesse momento que veio à luz a Alura, cujos números atuais atestam a sabedoria da decisão de buscar o on-line para invadir os objetivos em nível pátrio. Hoje, são 120 milénio alunos conquistados no “varejo”. Já a vertical B2B oferece ensino a 230 milénio funcionários de empresas-clientes. Ainda há a  unidade de negócios dedicada a 450 milénio alunos do ensino médio em parceria com o Estado do Paraná, além da compra da escola de ensino do dedo PM3 e seus 5 milénio alunos e da fusão com a Fiap, que congrega murado de 15 milénio estudantes de ensino superior na superfície.

Respondendo a uma das indagações surgidas da audiência, sobre os meios para vulgarizar essa transição e invadir clientes, o COO disse que tudo aconteceu de forma orgânica, principalmente em virtude das particularidade do público-alvo. “Trata-se de pessoas que frequentam muitos eventos de tecnologia e nossa estratégia de marketing foi estar presente nesses encontros das comunidades antenadas nas novidades do setor. Bastou a teoria de partilhar ali, de forma gratuita, as apostilas de nossos principais cursos para que esses potenciais clientes se interessassem por mais teor didático daquele tipo. Fazemos isso, de certa forma, até hoje, porque é a melhor maneira de construirmos nosso marketing e nossa reputação.”

Ou seja, a estratégia de ofertar teor gratuito agora acontece em imersões trimestrais com duração de uma semana – uma vez que a do mês pretérito, que versou sobre perceptibilidade sintético aplicada e que registrou 140 milénio pessoas inscritas –, contribuindo de forma significativa com os objetivos de escalar o negócio. Entretanto, Adriano lembrou que o ponto de inflexão que alavancou a Alura para os números exponenciais foi o período da pandemia. Sem deixar de lembrar o vista trágico desse momento, quando ele mesmo sofreu perdas de entes queridos, ele recorda que esse foi o momento de maior expansão para o negócio. Com a transmigração em tamanho dos alunos do presencial para o on-line, houve a decisão, em 2020, de fechar a Caelums. “Somente leste ano começa a mudar esse quadro, com os alunos desejando uma volta relativa ao presencial, ou, em maior intensidade, a lição ao vivo, em uma interação dinâmica em tempo real com os professores.” Por isso, explicou o executivo, fez muito sentido a fusão com a Fiap, Faculdade de Informática Gestão Paulista, meio universitário que permite retomar as práticas presenciais, entregando valor aos clientes, e entrando no caminho da formação superior de ensino no segmento.

E resposta a outra questão levantada pela audiência, sobre o perfil geracional que compõe a base de clientes, Adriano detalhou que, deixando de fora as turmas dos 450 milénio alunos de ensino obrigatório, murado de 50% dos clientes são jovens entre 21 e 26 anos de idade aproximadamente, ou seja, da chamada geração Z.  De concórdia com ele, são os jovens realmente antenados em ciência e tecnologia, somando-se ao restante dos matriculados, que, com mais idade, querem saber o objecto para aprimorar as atividades ou mesmo matar suas curiosidades sobre esses temas. Houve tempo ainda para o cofundador aprofundar o perfil mais universal do público, o noção de “micro learning” e os desafios desse tipo de empreendimento. Aliás, esmiuçou o estudo das múltiplas personas que conduziram a estruturação, no protótipo B2C na empresa, de uma superfície de “SX” student experience, que mapeia as dores dos clientes, solucionando dentro da verdade do segmento; enquanto no B2B, lidando com os RHs e outros setores dos clientes pessoa jurídica, neste caso sim entra o funcionamento nos moldes de customer experience.

O vídeo, na íntegra, está disponível em nosso via no Youtube, o ClienteSA Play, junto com as outras 741 lives realizadas desde março de 2020. Aproveite para também se inscrever. A Série Lives – Entrevista ClienteSA prosseguirá amanhã (25), recebendo Gustavo Petry Custódio, gerente pátrio de marketing Fort Atacadista, que falará da experiência de compra positiva uma vez que missão; na quarta, será a vez de Sarita Besada, diretora de experiência do cliente do QuintoAndar; na quinta, Jordan Rizetto, vice-presidente e diretor universal da Herbalife Nutrition; e, encerrando a semana, o Sextou debaterá o tema “Influencer: O caminho mais pequeno para chegar aos clientes e engajar?”, reunindo Luiz André, gerente de marketing de influência do Magalu, Natalia Silveira, gerente sênior de marketing na ramificação de Consumer Electronics da Samsung Brasil, e Rapha Avellar, co-founder e CEO da BrandLovrs.


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