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6 livros para refletir sobre a Abolição da Escravatura

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A seleção dos 6 livros a seguir traz o preto para o núcleo da narrativa ao abordar a tarifa antirracista e, também, provar  traumas vivenciados pelos afrodescendente

A literatura é uma das formas de revelar a representatividade racial e terminar com estereótipos vinculados ao preconceito.

Temas que discorram sobre falta de representatividade, discriminação racial, apropriação cultural e intolerância religiosa precisam estar em tarifa no dia a dia.

Dentre tantas personalidades negras que marcam a história do país, o Zumbi dos Palmares é um dos líderes que merece ser lembrado, sabido e respeitado, principalmente em datas porquê 13 de maio, Dia da Cessação da Escravatura.

Amores, Marias, Marés

O enredo de “Amores, Marias, Marés” é repleto aspectos históricos. Quando uma das protagonistas, Mariana, vai em procura da própria ancestralidade, descobre que seu antepassado havia sido servo no extremo oeste do Maranhão. Em meio às pesquisas, toma conhecimento de que o tetravô teve uma fuga épica em uma pequena embarcação a vela e se estabeleceu em São Luís porquê construtor de barcos artesanais.

(Responsável: Chico Fonseca | Editora: Pensamento | Onde encontrar: Amazon)

A (des)instrução do preto

Com prefácio de Emicida, esta edição do historiador Carter Godwin Woodson é uma das mais importantes sobre instrução. Por meio de exemplos práticos e soluções, Woodson demonstra que o sistema não prepara o estudante preto para o sucesso e, aliás, o impede de fabricar uma identidade própria, doutrinando-o para que assuma uma posição de pária social. O livro é um manual para libertar a mente do menosprezo pela ancestralidade africana.

(Responsável: Carter Godwin Woodson | Editora: Edipro | Onde encontrarAmazon)

Uma leitura negra

Leste livro tem porquê elemento médio o resgate da esperança para aqueles que sofrem as consequências do racismo. A obra propõe a prática da leitura bíblica e de sua tradução a partir da rica legado da igreja negra, ou da “tradução eclesiástica negra”, porquê denomina o responsável. Esau McCaulley constrói uma sólida argumentação baseada na ortodoxia bíblica com possante apelo étnico e social.

(Responsável: Esau McCaulley | Editora: Mundo Cristão | Onde encontrar: Amazon)

Vamos falar de racismo

O suposto “convívio pacífico” entre pessoas de diferentes origens é um mito que durante muito tempo foi associado ao Brasil. Somos, no entanto, um país racista – porquê comprovam as manifestações explícitas ou veladas de preconceito, as estatísticas e o aproximação desigual ao estudo, ao ofício e às posições de destaque nos mais diversos setores da sociedade. As 100 questões deste livro-caixinha levam à reflexão e contribuem para uma mudança efetiva de entendimento e de comportamento em relação ao tema.

(Autores: Alexandra Loras e Maurício Oliveira | Editora: Matrix |  Onde encontrar:  Amazon)

Saber de Mim – Autoconhecimento em Escrevivências Negras

Olhar para si com atenção e coragem, fazendo conexões com sua própria história, ainda é um dos melhores caminhos para o autoconhecimento. Saber de Mim traz o retrato de um momento histórico no qual a comunidade negra brasileira desperta para a relevância de pensar o bem-viver. O livro explora as vivências e crenças socialmente compartilhadas no cotidiano brasílio, visando traçar estratégias de promoção de autoconhecimento e fortalecimento do tino de comunidade.

(Autoras: Bárbara Borges e Francinai Gomes | Editora: Almedina | Onde encontrar: Amazon)

Extermínio

Nesta obra extremamente atual, a pesquisador social e rabi em Ciência Política pela UFRJ, Viviane Gouvêa, faz uma estudo de oito acontecimentos do pretérito violento no Brasil, durante períodos democráticos, que explicam determinados comportamentos sociais de hoje. Entre eles, a tardia derrogação da escravatura e também o cenário que se construiu anos depois a Lei Áurea.

(Autora: Viviane Gouvêa | Editora: Planeta | Onde encontrar: Amazon)


EDIÇÃO DO DIÁRIO com agências

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